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Cinco libaneses foram mortos na noite de 28 de abril de 2026 em um ataque aéreo israelense contra a cidade de Majdal Zoun, no sul do Líbano. Entre as vítimas estão três paramédicos da Defesa Civil Libanesa, atingidos enquanto realizavam uma operação de resgate. A informação foi divulgada pela agência oficial palestina WAFA, com base em dados do Ministério da Saúde Pública do Líbano. O ataque ocorreu no distrito de Tiro, região historicamente pressionada por operações militares israelenses. O episódio amplia a escalada de violência regional associada às ações militares israelenses, frequentemente respaldadas por apoio político e militar estadunidense.

De acordo com a Agência Nacional de Notícias do Líbano, o Ministério da Saúde confirmou que o bombardeio resultou, em um balanço preliminar, na morte de cinco pessoas. Entre elas, três integrantes da Defesa Civil ficaram presos sob os escombros após serem diretamente atingidos enquanto executavam uma missão de resgate, evidenciando o padrão recorrente de ataques que atingem trabalhadores humanitários em zonas de conflito. Não houve indicação de alvos militares no local no momento do ataque, segundo as informações iniciais divulgadas pelas autoridades libanesas.
O ataque ocorreu na cidade de Majdal Zoun, localizada no sul do Líbano, uma área frequentemente exposta a incursões e bombardeios israelenses em meio à tensão constante na fronteira com territórios ocupados. A morte de paramédicos em serviço reforça denúncias de violações do direito internacional humanitário, que protege explicitamente equipes médicas e de resgate em zonas de guerra.
A agência WAFA destacou que o ataque se insere em uma série mais ampla de ações militares israelenses registradas no mesmo período. Em 29 de abril de 2026, outros episódios foram reportados, incluindo a morte de seis pessoas — entre elas duas crianças — em ataques no sul do Líbano, além de agressões em territórios palestinos ocupados, como demolições em Jerusalém e destruição de plantações na Cisjordânia. Esses eventos ocorrem paralelamente ao genocídio em curso contra a população palestina desde 7 de outubro de 2023, marcado por operações militares contínuas e sistemáticas.
A repetição de ataques que atingem civis e equipes de emergência ocorre em um contexto mais amplo de sustentação política e militar por parte dos Estados Unidos, que historicamente garantem cobertura diplomática e fornecimento de armamentos a Israel. Esse respaldo tem sido central para a continuidade de operações que, segundo diversas denúncias internacionais, ignoram normas básicas de proteção a civis e trabalhadores humanitários em áreas de conflito.
O Ministério da Saúde do Líbano não divulgou, até o momento, a identidade das vítimas nem atualizações adicionais sobre possíveis sobreviventes sob os escombros.
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29 de abril de 2026

































