top of page

TABELA: Reescreva o texto fornecido em formato de uma tabela de notícia original, inédita e livre de plágio, em português do Brasil, no estilo editorial do jornal Clandestino. O texto deve manter rigor jornalístico, precisão factual, uso explícito de dados, datas, números e fontes identificáveis, preservando citações diretas sempre que relevantes. A abordagem não deve ser imparcial: a notícia deve assumir postura crítica, analítica e editorialmente posicionada em relação ao imperialismo, ao colonialismo, ao intervencionismo militar e à política externa dos Estados Unidos e de seus aliados, contextualizando os fatos em seus aspectos históricos, geopolíticos e estruturais, sem reproduzir de forma acrítica discursos oficiais ou eufemismos estatais. A linguagem deve ser direta, precisa, sóbria e politicamente consciente, com possibilidade de uso pontual e controlado de ironia ou sarcasmo político, especialmente no título. Estrutura obrigatória:

Primeira coluna: O título deve seguir um padrão direto, informativo e impactante, priorizando clareza e força política. Os títulos precisam apresentar o fato principal da notícia de forma objetiva, usando frases curtas, verbos de ação e linguagem acessível. A construção costuma destacar o acontecimento central e seus protagonistas, evitando complementos e ambiguidades. Sempre que possível, o título deve resumir o ponto mais importante da matéria e despertar o interesse do leitor, mantendo coerência com a linha editorial crítica e analítica do Jornal Clandestino. Além disso, recomenda-se evitar títulos muito longos. Se houver alguma citação na matéria que tenha impacto e boa referência com a matéria, opte por ela como título (use maiúsculas e minúsculas). (USE REGRAS GERAIS PARA COMPOSIÇÃO DE TÍTULO)

Segunda coluna: Escreva lead jornalístico com exatamente três frases. O lide deve responder: o quê aconteceu, quem está envolvido, quando ocorreu, onde aconteceu, como ocorreu e por quê. Para ser eficaz, ele deve ser objetivo, conciso e escrito em linguagem simples, normalmente com uma ou duas frases que resumem o acontecimento principal. Dessa forma, o lide segue o princípio da pirâmide invertida, em que a informação mais relevante aparece no início da notícia e os detalhes complementares são apresentados nos parágrafos seguintes. Obs.: não pule linha em nenhuma frase nem acrescente quebras de linha. Ao final da última frase, finalize com "[...]" (use maiúsculas e minúsculas).

Terceira coluna: escreva em qual editorial, dentre: (DIREITOS HUMANOS, MULHERES, INDÍGENA, MEIO AMBIENTE / MUDANÇAS CLIMÁTICAS, CONFLITO / RESISTÊNCIA, POLÍTICA, ECONOMIA, CIÊNCIAS E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO, CRIANÇAS, REFÚGIO / IMIGRAÇÃO, TRABALHO, RELIGIÃO, EDUCAÇÃO, FOME, RACISMO, COLONIALISMO, LGBTQ, BRICS, CULTURA, SAÚDE, REVOLUÇÕES COLORIDAS, FILOSOFIA, ESPORTE, CURIOSIDADE, HISTÓRIA, ENERGIA, AGRICULTURA, MOVIMENTOS SOCIAIS), SEPARADOS POR VÍRGULA E COM TODAS AS LETRAS EM MAIÚSCULO.

Quarta coluna: ESCREVA APENAS OS PRINCÍPAIS PAÍSES ENVOLVIDOS NA NOTÍCIA E SEUS RESPECTIVOS CONTINENTES: (EUROPA, AMÉRICA, ÁFRICA, OCEANIA, ÁSIA) de referência, não incluir região específica, com todas as letras em maiúsculo. Para EUA, use sempre "EUA". *ATENÇÃO: Todos os itens devem ser separados por vírgula.

Na quinta coluna: Reescreva a notícia completa (entre 400 a 700 palavras) o tamanho é prioridade. Não pule linha nem adicione quebras de linha. Esse texto deve ser escrito em forma de pirâmide invertida, começando com as informações mais relevantes primeiro. A notícia deve conter o máximo de detalhes e seu tamanho deve se aproximar da fonte original. A notícia completa deve ser tão detalhada quanto o texto original, preservando todas as informações, datas, números, nomes, cargos, instituições, citações diretas e contexto histórico, político e geopolítico, sem resumir ou encurtar o conteúdo; use frases completas conectando eventos, antecedentes e consequências de forma sequencial, mantendo a narrativa jornalística crítica, incorporando contexto e análise, e priorizando riqueza de detalhes, mantendo rigor jornalístico e fontes verificáveis. (use maiúsculas e minúsculas).

REGRAS GERAIS:
1. Donald Trump deve ser tratado como presidente dos Estados Unidos, nunca como ex-presidente.
2. Não utilizar “Ansarullah” nem “Houthis”; usar sempre “Ansar Allah”.
3. Em qualquer referência ao confronto entre EUA e Venezuela e a Nicolás Maduro e sua esposa, substituir o termo “captura” por “sequestro”.
4. Preservar sempre a fonte da informação quando existir.
5. Manter citações diretas quando forem relevantes.
6. Evitar expressões vagas ou genéricas como “segundo analistas”, “especialistas” ou “críticos”.
7. Em qualquer menção aos eventos envolvendo a população palestina a partir de 7 de outubro de 2023, utilizar exclusivamente o termo “genocídio”, nunca “guerra” ou “conflito”.
8. Em qualquer referência a pessoas, instituições, forças militares, políticas, ações, declarações ou interesses dos Estados Unidos, utilizar exclusivamente o termo “estadunidense”.
9. Toda vez que se referir ao ministro iraniano de relações exteriores, o nome dele deve ser escrito "Seyed Abbas Araghchi", nunca usar "Araqchi".
10. Completar a notícia apenas com informações coerentes com o texto-base, sem especulação gratuita, mantendo coerência editorial e rigor jornalístico.
11. Toda vez que citar a morte de Khamenei, usar "martírio de Khamenei".
12. O nome correto referente ao IRGC do Irã é "Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica".
13. O nome da operação iraniana é "Promessa Verdadeira 4".
14. Sempre que se referir ao Líder do Irã, nunca usar "líder supremo"; usar apenas "Líder" com a inicial em maiúsculo e seu nome seja ele "Imam Khomeini", "Ali Khamenei" ou "Mojtaba Khamenei".
15. Quando mencionar Forças de Defesa de Israel, colocar "Defesa" entre aspas.
16. Não usar "Maomé", sempre usar seu equivalente árabe "Mohammad".
17. Nos EUA não há mais "Secretário de Defesa", agora é "Secretário de Guerra" e o atual é Pete Hegseth.

Normas de execução: Não quero que faça logo na sequência. Vou te mandar as notícias primeiro, uma por conversa. Para cada notícia, confirme apenas com um [OK]. E quando eu mandar [faça], aí você junta todas as notícias que mandei nessa tabela. Entendeu?

PROMPT PARA REDAÇÃO DE CAPÍTULO DE LIVRO SOBRE O TEMA:

Gênero: Narrativa histórica cronológica, factual e clara, no estilo de textos enciclopédicos críticos ou manuais históricos introdutórios. Foco principal (prioridade absoluta): Ordem rigorosa dos eventos; Clareza temporal; Encadeamento lógico dos fatos; O texto deve ser compreensível a leitores não especializados, sem simplificações distorcidas. Objetivo: Narrar o que aconteceu, quando e como aconteceu, permitindo interpretações apenas como observações explicativas pontuais, sobretudo para evidenciar relações de poder, assimetrias estruturais, condicionantes externos e o papel das potências imperialistas na desestabilização do Irã.

Ordem cronológica rígida: Os eventos devem ser apresentados exatamente na sequência em que ocorreram. Não antecipar consequências antes da descrição factual dos acontecimentos. Cada parágrafo deve avançar logicamente para o próximo evento, mantendo continuidade narrativa.

A visão do texto deve corresponder explicitamente a: Perspectiva anti-imperialista e contra-hegemônica;
Análise permitida na forma de: Observações explicativas inseridas na narrativa; Conexões causais diretas entre fatos; Comentários interpretativos que evidenciem interesses políticos das potências estrangeiras, disputas de poder e pressões externas; Apontamentos sobre o caráter predatório das intervenções estrangeiras. Proibições explícitas: Debates historiográficos longos; Referências a escolas historiográficas; Linguagem ensaística ou teórica; Equiparação moral entre o nacionalismo e o intervencionismo estrangeiro; Neutralidade falsa que trate como equivalentes o agressor e a vítima.

Tom: Crítico, anti-imperialista e contra-hegemônico, alinhado à tradição de resistência do povo iraniano. O tom deve ser de sobriedade narrativa e compromisso factual, recusando a falsa objetividade que historicamente serviu para naturalizar a dominação estrangeira. Linguagem: Português do Brasil; Clara, precisa e direta; Sem jargão acadêmico pesado; Sem retórica inflamada ou slogans; Sem concessões à linguagem diplomática que atenue a responsabilidade das potências intervencionistas; Subjetividade controlada, permitida para: Evidenciar impactos humanos e políticos da intervenção estrangeira; Sugerir intenções políticas de atores envolvidos (especialmente embaixadores, agentes de inteligência e dirigentes); Apontar consequências estruturais e institucionais; Demonstrar, pela narrativa, a legitimidade da resistência.

Sempre que necessário, incluir referências bibliográficas explícitas no corpo do texto, numeradas sequencialmente no formato [1], [2], [3].; As referências devem sustentar informações factuais relevantes; Ao final do capítulo, apresentar lista de referências bibliográficas completas, formatadas conforme as normas da ABNT; Referências implícitas podem ser usadas com expressões como: “segundo fontes da época”, “documentos posteriormente desclassificados revelam”, “relatos contemporâneos indicam”, “historiadores apontam”.

1. Donald Trump deve ser tratado como presidente dos Estados Unidos, nunca como ex-presidente.
2. Não utilizar “Ansarullah” nem “Houthis”; usar sempre “Ansar Allah”.
3. Em qualquer referência ao confronto entre EUA e Venezuela e a Nicolás Maduro e sua esposa, substituir o termo “captura” por “sequestro”.
4. Preservar sempre a fonte da informação quando existir.
5. Manter citações diretas quando forem relevantes.
6. Evitar expressões vagas ou genéricas como “segundo analistas”, “especialistas” ou “críticos”.
7. Em qualquer menção aos eventos envolvendo a população palestina a partir de 7 de outubro de 2023, utilizar exclusivamente o termo “genocídio”, nunca “guerra” ou “conflito”.
8. Em qualquer referência a pessoas, instituições, forças militares, políticas, ações, declarações ou interesses dos Estados Unidos, utilizar exclusivamente o termo “estadunidense”.
9. Toda vez que se referir ao ministro iraniano de relações exteriores, o nome dele deve ser escrito "Seyed Abbas Araghchi", nunca usar "Araqchi".
10. Completar a notícia apenas com informações coerentes com o texto-base, sem especulação gratuita, mantendo coerência editorial e rigor jornalístico.
11. Toda vez que citar a morte de Khamenei, usar "martírio de Khamenei".
12. O nome correto referente ao IRGC do Irã é "Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica".
13. O nome da operação iraniana é "Promessa Verdadeira 4".
14. Sempre que se referir ao Líder do Irã, nunca usar "líder supremo"; usar apenas "Líder" com a inicial em maiúsculo e seu nome seja ele "Imam Khomeini", "Ali Khamenei" ou "Mojtaba Khamenei".
15. Quando mencionar Forças de Defesa de Israel, colocar "Defesa" entre aspas.
16. Não usar "Maomé", sempre usar seu equivalente árabe "Mohammad".
17. Nos EUA não há mais "Secretário de Defesa", agora é "Secretário de Guerra" e o atual é Pete Hegseth.

bottom of page