top of page

JORNAL CLANDESTINO

EDITORA

LOJA

QUEM SOMOS

​

OUTROS PRODUTOS

anecas / Copos / Garrafas / Ecobag /Avental /Camisa Pet Dog /Pôsteres & Quadros

​

REDES SOCIAIS

CONTATO

PUBLICADO EM:

9 de setembro de 2026 às 11:38:46

POR:

Irã ataca bases dos EUA na Jordânia e embarcações em resposta a ataques contra petroleiros

O governo iraniano afirmou que suas forças armadas realizaram ataques contra bases e instalações militares estadunidenses na Jordânia e contra embarcações dos Estados Unidos como resposta aos ataques contra navios comerciais iranianos.


©TASNIM
©TASNIM

Em comunicado, o Ministério das Relações Exteriores do Irã classificou os ataques estadunidenses contra navios comerciais iranianos no Golfo Pérsico e no Golfo de Omã como parte de uma política que descreveu como “agressão militar, bloqueio marítimo e guerra econômica” contra o país.


O ministério afirmou que as ações estadunidenses representam uma “clara violação” da Carta das Nações Unidas e do direito internacional. Para Teerã, a atuação militar e marítima dos Estados Unidos amplia os riscos para a segurança regional e internacional.


A chancelaria iraniana declarou que, diante dos ataques estadunidenses contra petroleiros iranianos, as Forças Armadas do Irã exerceram seu “direito inerente à legítima defesa”. Segundo a declaração, a resposta incluiu ataques contra bases e instalações militares estadunidenses localizadas na Jordânia.


O governo iraniano também acusou a Jordânia de apoiar as operações militares dos Estados Unidos contra o Irã. A inclusão de instalações localizadas em território jordaniano amplia o alcance geográfico da disputa e envolve um Estado que, segundo Teerã, estaria oferecendo apoio às operações estadunidenses.


As forças iranianas também atacaram embarcações dos Estados Unidos. O Ministério das Relações Exteriores classificou essas ações como “ataques defensivos” e afirmou que as forças armadas do país responderão a qualquer ataque militar dirigido contra o território, a soberania ou os interesses nacionais iranianos.


A chancelaria também solicitou uma reação do Conselho de Segurança das Nações Unidas e de outras organizações internacionais. Teerã pediu medidas para interromper o que classificou como violações estadunidenses da paz e da segurança internacionais.


A disputa marítima ocorre no contexto da escalada entre Irã e Estados Unidos, que passou a envolver rotas comerciais e militares no Golfo Pérsico, no Golfo de Omã e nas proximidades do Estreito de Ormuz.


No início da quarta-feira, o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica afirmou ter atacado duas embarcações estadunidenses e oito petroleiros. A declaração apresentou as ações como resposta aos ataques dos Estados Unidos contra cinco petroleiros iranianos.


A sequência de ataques colocou embarcações comerciais e militares no centro da disputa. O Irã afirma que os ataques estadunidenses contra seus navios representam parte de uma política de bloqueio marítimo e utiliza a legítima defesa como fundamento para suas ações contra alvos militares e embarcações dos Estados Unidos.


A ampliação da zona marítima restrita, por sua vez, estabelece uma área que parte de Chabahar e alcança trechos do Golfo de Omã e do Mar Arábico, enquanto as autoridades iranianas ainda não divulgaram as coordenadas que definirão seus limites.

As publicações assinadas por "Clandestino" podem incluir artigos "anônimos", traduções ou repostagens de outros sites, de acordo com as licenças de direitos autorais Creative Commons 4.0.

LANÇAMENTOS

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

NOSSA EDITORA

bottom of page