
MODO DE NAVEGAÇÃO
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, denunciou atos de violência relacionados a uma tentativa de golpe de Estado orquestrada pela extrema direita venezuelana, que não reconhece os resultados eleitorais. Ele afirmou que mais de 100 ataques violentos e terroristas ocorreram, e culpou a extrema direita por esses atos. Maduro acusou o governo dos Estados Unidos de estar por trás desse plano, alegando que os "gringos" sempre estiveram envolvidos, desde antes de Guaidó.
Maduro destacou que a maioria dos detidos está em estado de dependência de drogas e possui armas, e que foram dadas ordens para capturar esses grupos criminosos, que têm alvos específicos. Ele alertou sobre um plano violento de revolução colorida e conspiração, semelhante aos eventos de 2002, 2004, 2014 e ações de Capriles após as eleições.
O presidente também afirmou que a direita tentou suspender as eleições, atacando pontos estratégicos do sistema elétrico, causando apagões, queimando materiais eleitorais e veículos de transporte público. Ele reiterou que todos os responsáveis serão capturados e que esses indivíduos não são presos políticos, mas criminosos.
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30 de julho de 2024

































