

NÃO PODEMOS NOS CALAR
Por: Jeanderson Mafra
Foto: @Mahmoudhamda
Pra quem tem o mínimo de senso de humanidade fica difícil não se estarrecer com o cenário internacional de massacres e genocídios que o Ocidente, através do eixo sanguinário EUA-Israel, têm espalhado no Oriente Médio. Nessa mesma frente, não podemos também deixar de perceber o poderoso lobby sionista que age não só para continuar o genocídio palestino como também para calar as vozes que ousam denunciar que é um
11 de abr.4 min de leitura


Israel pode sobreviver à derrota sem incendiar a região?
Por Ramzy Baroud / Palestine Chronicle
Israel é tão perigoso na derrota quanto na vitória. De fato, o Líbano, hoje, está pagando o preço do fracasso estratégico de Israel no Irã. No momento em que foi anunciado um cessar-fogo de duas semanas entre os EUA e o Irã — intermediado pelo Paquistão em 7 de abril —, o Irã declarou que o Líbano estava incluído no acordo. Era uma mensagem clara: a guerra não podia ser compartimentada, e as frentes estavam interligadas.
8 de abr.4 min de leitura


A crise no Estreito de Ormuz marca “o começo do fim do poder dos EUA”, afirma o jornalista Tucker Carlson
A escalada militar iniciada em 28 de fevereiro contra o Irã expôs a incapacidade dos Estados Unidos de controlar uma das rotas energéticas mais estratégicas do planeta. O fechamento do Estreito de Ormuz por Teerã, por onde transita cerca de 20% do petróleo e gás global, tornou-se um teste concreto do alcance real do poder estadunidense. Em episódio recente de seu podcast, publicado na quinta-feira, 2 de abril de 2026, o jornalista Tucker Carlson classificou a situação como “o
4 de abr.2 min de leitura


Vance assume liderança no populismo racista de Trump
[...] Vance afirma que acusações de racismo seriam usadas por “interesses poderosos” para silenciar americanos brancos da classe trabalhadora diante das elites.[...]
4 de mar.2 min de leitura


Caiu o véu da democracia
Por Eduardo Vasco
Existe um mito propagado pelos principais meios de propaganda imperialista (o “jornalismo”) de que Donald Trump é uma anomalia fascista em um regime democrático como o dos Estados Unidos. E por isso essa anomalia é repudiada pelos representantes legítimos da democracia, como Kamala Harris e o Partido Democrata. Ou pelos governos da Europa Ocidental. Emmanuel Macron se tornou o grande baluarte da democracia europeia e da crítica ao unilateralismo norte-ameri
2 de mar.4 min de leitura


Que a raiva nos eduque para a luta
Por Ashjan Sadique Adi
Você liga o computador e se depara com a avalanche de mentiras: “Iranianos comemoram anúncio da morte de Ali Khamenei”, “Iranianos estão comemorando ataques feitos pelos Estados Unidos e Israel”; ah, claro, o povo é sadomasoquista e comemora sua autodestruição... Segundo as fontes de direita: Jovem Pan, Gazeta do Povo, CNN Brasil, Veja, Globo, são muitas a enganar a massa; segue a mídia hegemônica com o poder de contaminar as informações para as pesso
2 de mar.3 min de leitura


O RIO COMO MERCADORIA, O CORPO COMO TRINCHEIRA: A NECROESTRATÉGIA DO CAPITAL E A RESISTÊNCIA INDÍGENA NO TAPAJÓS
O cenário em Santarém, Pará, no primeiro bimestre de 2026, não é apenas um conflito de vizinhança entre indígenas e uma multinacional. É a manifestação crua da luta de classes em sua fronteira extrativista. O que assistimos há 30 dias, desde a ocupação da sede da Cargill em 22 de janeiro, é o choque inevitável entre duas lógicas irreconciliáveis: a do Valor de Uso (o rio como mantenedor da vida e espiritualidade) e a do Valor de Troca (o rio como hidrovia logística para a acu
23 de fev.4 min de leitura


CENSURA PREVIA EM 2026, NÃO! O Silêncio Forçado na Amazônia: A Mordaça Jurídica contra o Jornalismo Independente
Por: Rafael Medeiros | TREZZE Comunicação Integrada
O exercício do jornalismo no Norte do Brasil sempre foi um ato de resistência. Entre as distâncias geográficas e as complexas redes de poder, reportar a realidade exige coragem. No entanto, o que estamos testemunhando neste início de 2026 é um ataque direto ao pilar da democracia: a liberdade de imprensa. O jornalista Adriano Wilkinson, que vem se dedicando à cobertura de temas cruciais no Pará e em Belém, tornou-se o al
18 de fev.2 min de leitura


O Leviatã de sangue: do destino manifesto ao neoimperialismo de rapina
ARTIGO DE OPINIÃO
Por: Rafael Medeiros
Desde sua independência em 1776, os Estados Unidos da América executaram um projeto de expansão territorial sem precedentes, anexando 13 territórios principais e expandindo sua área original em cerca de 88%. Este avanço, longe de ser orgânico, foi a materialização de ideais expansionistas como a "Marcha para o Oeste".
A cronologia dessa acumulação territorial revela os métodos do império[...]
12 de fev.3 min de leitura


Tapajós e a luta anticolonial: povos originários enfrentam a dragagem dos rios e o modelo exportador colonial
Não é apenas uma hidrovia. Não é apenas uma ferrovia. É um projeto de dragagem. É um projeto de devastação ambiental. Um sifão gigantesco inserido nas veias abertas do Tapajós para sugar, com voracidade inédita, a riqueza viva do território e convertê-la em commodity morta, em grão anônimo para saciar a fome insaciável do capital global. Destruição para escoar soja, algodão, milho, produzidos pelo agronegócio latifundiário que mata, polui, desmata e gera fome.[...]
9 de fev.4 min de leitura


Sem passar pano: quais os limites da relação entre Noam Chomsky e Jeffrey Epstein
Com a explosão midiática dos arquivos ligados a Jeffrey Epstein, é preciso dizer, com franqueza, que poucos nomes ali citados realmente surpreenderam. Grande parte das figuras que aparecem associadas às festas, viagens e círculos de sociabilidade do financista condenado já orbitava, há décadas, o mesmo universo de poder, dinheiro e impunidade. O nome de Noam Chomsky, no entanto, causou impacto pessoalmente maior. Não apenas por sua presença nos registros, mas pelo grau de int
5 de fev.4 min de leitura


O genocídio esquecido: o massacre israelense que segue assassinando toda forma de vida palestina
Mas não são apenas os palestinos que são “desumanizados”. Pouco se viu – e se vê – sobre o sofrimento imposto também aos animais que ali vivem e sobrevivem. A mídia tradicional não dedicou um minuto sequer a falar dos animais mortos e moribundos na Palestina. As próprias redes sociais de apoiadores e gente solidária à Palestina, em sua grande maioria, denunciou e segue denunciando apenas os efeitos do atual genocídio contra os humanos. Raras são as postagens e atenção dadas a
31 de jan.5 min de leitura


























