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- Fundo internacional adere à Aliança Global Contra a Fome com mais de R$ 1 bilhão
O Programa Global de Agricultura e Segurança Alimentar (GAFSP, na sigla em inglês), parceria multilateral de financiamento centrada na segurança alimentar e nutricional, vai mobilizar até US$ 182 milhões em financiamento no âmbito da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, uma das prioridades da presidência brasileira no G20. O programa conta com portfólio global de US$ 2,5 bilhões, que beneficia mais de 20 milhões de pessoas em 55 países de baixa renda. Alem disso, o GAFSP participará da área de sprint da Aliança Global focada em programas de apoio a pequenos agricultores e à agricultura familiar. A iniciativa procura fortalecer os programas nacionais nos países em desenvolvimento por meio de conhecimentos especializados adicionais e co-financiando à implementação de políticas nacionais que capacitam os pequenos agricultores e agricultores familiares, impulsionando os investimentos conforme a necessidade. “A Aliança Global saúda a parceria com o GAFSP. Juntos, podemos garantir que os países que enfrentam os mais elevados níveis de insegurança alimentar e nutricional possam encontrar soluções e que os parceiros internacionais estejam alinhados com as suas próprias metas e objetivos para enfrentar a fome, a subnutrição e a pobreza rural multidimensional”, disse a diretora de projetos do Ministério da Fazenda, Camila Costa, em nome da presidência brasileira do G20. O representante do GAFSP, James Catto, também falou sobre a importância dessa iniciativa. “Com mais de uma década de experiência comprovada e melhores práticas prontas para serem escaladas, o GAFSP está em uma posição única para apoiar a implementação dos objetivos da Aliança Global. O conjunto abrangente de ferramentas de financiamento do programa pode ajudar os objetivos da Aliança a se tornarem uma realidade nos países de baixa renda” À medida que a Década da Agricultura Familiar das Nações Unidas entra na sua próxima fase, o GAFSP continuará a aumentar o seu apoio direto às organizações de pequenos produtores em países de baixa renda. O programa planeja lançar uma nova chamada de propostas em 2025 para beneficiar projetos liderados por organizações de produtores focados na implementação, melhoria ou ampliação de serviços de apoio para pequenos produtores membros. O GAFSP também desbloqueará mais financiamento privado e climático para investimentos em pequenos agricultores e na agricultura familiar em países de baixa renda, particularmente por meio de uma nova janela de financiamento de US$ 75 milhões, chamada Business Investment Financing Track (BIFT) . AGÊNCIA GOV
- Enem: Tema da redação aborda herança africana no Brasil
Na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2024, os participantes deverão dissertar sobre Desafios para a valorização da herança africana no Brasil . O texto — de até 30 linhas — precisa ser dissertativo-argumentativo. Ou seja, as ideias precisam estar embasadas por explicações fundamentadas e por argumentações sobre o assunto. Os participantes contam com textos motivadores para desenvolverem os seus conceitos. O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aplica o Enem 2024 neste e no próximo domingo, 3 e 10 de novembro, para mais de 4,3 milhões de participantes, em todos os estados e no Distrito Federal. As redações são avaliadas de acordo com cinco competências e a nota pode chegar a mil pontos. Por outro lado, há critérios que conferem nota zero, como fuga ao tema, extensão total de até sete linhas, trecho deliberadamente desconectado do tema proposto, não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa e desrespeito à seriedade do exame. O processo de correção é monitorado pelo Inep em todas as suas etapas e segue, rigorosamente, os parâmetros estabelecidos pelo Instituto. Os textos podem passar por até quatro correções para o cálculo da média final. Os profissionais selecionados para isso atendem a critérios de formação, como graduação em letras e linguística, e formação continuada, com exigência mínima de mestrado para as funções de supervisor e subcoordenador. Além disso, é exigida experiência comprovada em coordenação de correção de produção textual em avaliação educacional, exames ou concursos. O Exame Nacional do Ensino Médio avalia o desempenho escolar dos estudantes ao término da educação básica. Ao longo de mais de duas décadas de existência, o Enem se tornou a principal porta de entrada para a educação superior no Brasil, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e de iniciativas como o Programa Universidade para Todos (Prouni). Instituições de ensino públicas e privadas utilizam o Enem para selecionar estudantes. Os resultados são utilizados como critério único ou complementar dos processos seletivos, além de servirem de parâmetro para acesso a auxílios governamentais, como o proporcionado pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Os resultados individuais do Enem também podem ser aproveitados nos processos seletivos de instituições portuguesas que possuem convênio com o Inep para aceitar as notas do exame. Os acordos garantem acesso facilitado às notas dos estudantes brasileiros interessados em cursar a educação superior em Portugal. AGÊNCIA GOV
- Malásia elabora um projeto de resolução visando a expulsão de Israel das Nações Unidas
O primeiro-ministro da Malásia, Anwar Ibrahim, anunciou que o país está desenvolvendo um projeto de resolução para a Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU), visando a expulsão de Israel como membro caso o país continue a violar o direito internacional em relação à Palestina. Anwar informou aos parlamentares que as negociações sobre o projeto de resolução estão em andamento, com a intenção de apresentá-lo para aprovação na AGNU. Em 31 de outubro de 2024, a Malásia ingressou no Grupo Central, que está elaborando um projeto de resolução solicitando uma opinião consultiva da Corte Internacional de Justiça (CIJ) sobre a obrigação de Israel de permitir que as organizações da ONU realizem suas atividades. O primeiro-ministro afirmou que, se a resolução for aprovada pela Assembleia Geral, isso permitirá que a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina (UNRWA) continue fornecendo apoio aos palestinos em Gaza, Cisjordânia, Jordânia, Líbano e Síria.
- Soldados israelenses abrem fogo contra civis a oeste do campo de refugiados de Nuseirat, em Gaza
Na noite de segunda-feira, duas pessoas ficaram feridas devido ao fogo das forças israelenses nas proximidades do campo de refugiados de Nuseirat, localizado no centro da Faixa de Gaza. De acordo com um correspondente da WAFA, os tanques israelenses dispararam contra civis na área, resultando nos ferimentos. Desde o início da ofensiva em 7 de outubro de 2023, a agressão das forças de ocupação em Gaza, abrangendo ataques terrestres, marítimos e aéreos, já causou a morte de 43.374 civis e deixou 102.261 feridos, a maioria crianças e mulheres. Milhares de pessoas continuam desaparecidas, possivelmente enterradas sob os destroços ou dispersas nas vias públicas, enquanto as equipes de resgate enfrentam dificuldades significativas para acessar as vítimas devido aos ataques incessantes e à quantidade de escombros.
- Espanha descumpre promessa e se torna um porto de trânsito de armas para Israel
A Espanha tem sido utilizada como ponto de trânsito para material militar destinado a Israel, apesar de promessas de proibição durante o genocídio em Gaza. O governo espanhol anunciou a suspensão das exportações de armas para Israel desde o início dos bombardeios em Gaza, mas uma investigação da Internacional Progressista e do Movimento Juvenil Palestiniano revelou que, entre maio e setembro de 2024, pelo menos 25 embarcações com carga militar dos EUA pararam no porto de Algeciras antes de seguir para o Ministério da Defesa de Israel. A investigação aponta que 1.185 remessas de suprimentos militares, totalizando mais de 13.000 toneladas , passaram pelo porto durante esse período. Apesar das alegações oficiais de que não haveria envio de material militar para Israel, há evidências de que a Espanha continuou a enviar armas após promessas de suspensão. Organizações e autoridades, como a ONU e a Human Rights Watch, solicitaram inspeções em navios suspeitos de transportar armas. O trânsito de armas para Israel infringe a Lei espanhola 53/2007 e o Tratado Internacional sobre o Comércio de Armas. Enquanto grupos exigem um embargo de armas a Israel, o governo espanhol se comprometeu a analisar as informações e tomar medidas caso as revelações sejam confirmadas. Recentemente, o Ministério do Interior iniciou um processo para cancelar a compra de balas israelenses, após críticas à continuação do comércio de armas com Israel.
- Brasília sedia evento nacional sobre saúde do trabalhador e da trabalhadora
Já está disponível a programação do 12º Encontro da Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Renasttão) . O evento acontece entre 5 e 7 de novembro, em Brasília. São esperadas 350 pessoas de todo país e mais de 2000 participações virtuais. Até dia 04/11, é possível fazer inscrição para acompanhar a transmissão ao vivo das atividades. O Renasttão é organizado pela Ministério da Saúde, por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA/MS) . O tema deste ano é “Saúde, Trabalho e Equidade: construindo um futuro justo”. A programação inclui palestras, oficinas, rodas de diálogo, premiação de trabalhos selecionadas na 3ª Mostra de Vigilância em Saúde do Trabalhador do SUS , além de um espaço dedicado à obra do diretor Beto Novaes, cujos documentários retratam a realidade do trabalho no Brasil. “O Renasttão é um dos encontros mais potentes da área porque reúne atores fundamentais para execução e efetivação de políticas e ações de saúde do trabalhador”, explica o Coordenador-Geral de Vigilância em Saúde do Trabalhador, do Ministério da Saúde, Luís Henrique da Costa Leão, “é um espaço de muito diálogo, reflexão e troca de experiências que ajudam a fortalecer as práticas e tecer a rede de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora”. O evento é voltado para representantes de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) , Comissões Intersetoriais de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (CISTT), pesquisadores e representantes de movimentos sociais e trabalhistas. Rumo à 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora Nesta edição, o 12º Renasttão atua como etapa preparatória para a 5ª Conferência Nacional de Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (5ª CNSTT) , que acontecerá de 18 a 21 de agosto de 2025 e terá como tema “A Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora como Direito Humano”. A 5ª CNSTT representa uma oportunidade histórica para a sociedade discutir e propor linhas de ação e fortalecer as políticas públicas de saúde voltada para a população trabalhadora. A última edição da conferência aconteceu há cerca de 10 anos. Avanços na Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora O 12º Renasttão e a 5ª CNSTT marcam um momento especial de reconstrução e conquistas no campo da Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora. Este ano, o Ministério da saúde majorou em 100% os recursos destinados aos Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) estaduais e regionais de todo o país, o primeiro reajuste em 20 anos. Também publicou as Diretrizes de Vigilância em Saúde do Trabalhador Brigadista Florestal e intensificou as ações de vigilância e de apoio à Rede Nacional de Atenção Integral à Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora (Renastt) durante a emergência climática das queimadas e seca extrema. Em 2023, a pasta habilitou 11 novos Cerest e atualizou a Lista de Doenças Relacionadas ao Trabalho (LDRT) , inserindo 165 novas patologias que afetam a população trabalhadora no Brasil. A LDRT estava há mais de 24 anos sem revisão. “O Renasttão é estratégico nesse momento para avançarmos ainda mais na área e na construção das etapas da 5ª CNSTT, que representará um grande marco na história da saúde do trabalhador e da trabalhadora”, conclui o Coordenador-Geral. Daniel Zimmermann Ministério da Saúde AGÊNCIA GOV
- PRF prende homem apontado como líder do PCC em Araguaína
No início da noite deste domingo (3), por volta das 17 horas e 56 minutos, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu um membro de uma facção criminosa portando revólver e munições, no município de Araguaína/TO. Durante fiscalização no km 160 da BR-153, a equipe PRF deu ordem de parada a um veículo Vw/Novo Gol Cl Mbv, conduzido por um homem de 27 anos. Ao realizar consultas, os policiais identificaram uma extensa ficha criminal para o condutor, com passagens por ameaça, tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídio, furto, uso de documento falso e roubo a veículos. No decorrer da inspeção veicular, dentro de uma caixa térmica localizada no porta-malas, a equipe encontrou um revólver calibre .38 carregado com 7 munições, acompanhando de mais 25 munições reservas. Também foi verificado que o homem é indicado como uma das lideranças do Primeiro Comando da Capital (PCC) em Araguaína. No mesmo dia, em Araguaína, por volta das 14 horas, os agentes haviam efetuado a prisão de outro motorista pelo porte ilegal de arma de fogo. A ocorrência foi realizada em abordagem a uma picape VW/Nova Saveiro PP, conduzida por um homem de 34 anos. Durante inspeção, foi localizado um revólver calibre.38 carregado com 6 munições no porta-luvas do veículo, o indivíduo informou não ter nenhuma documentação da arma. Também foram identificadas adulterações na numeração de registro do armamento. Diante das informações obtidas, foram constatadas, a princípio, as ocorrências de posse ou porte ilegal de arma de fogo. Os homens foram presos em flagrante e junto com os ilícitos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil do município. AGÊNCIA GOV
- O Sudão do Sul atravessa uma grave crise humanitária, marcada pelo aumento de casos de fome e cólera
O Sudão do Sul atravessa uma grave crise humanitária, marcada pelo aumento de casos de fome e cólera em diversas regiões. Na última sexta-feira, agências das Nações Unidas solicitaram maior apoio internacional e medidas emergenciais para mitigar o sofrimento no país. O Programa Mundial de Alimentos (PMA), a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) alertaram sobre o avanço da fome, desnutrição e surtos de doenças no país. O PMA informou que a situação alimentar atingiu níveis alarmantes, com mais da metade da população enfrentando insegurança alimentar em nível crítico (pelo menos IPC3 na escala global de cinco pontos). Além disso, o PMA enfrenta dificuldades financeiras para pré-posicionar suprimentos para o próximo ano e lida com obstáculos de acesso às comunidades devido ao fechamento sazonal das estradas e aos altos custos do transporte aéreo de ajuda. Segundo Shaun Hughes, diretor interino do PMA no Sudão do Sul, “atualmente, o PMA não dispõe de suprimentos alimentares no país para responder às necessidades humanitárias do próximo ano”. As estradas do Sudão do Sul tornam-se intransitáveis durante grande parte do ano, especialmente nas áreas com maior insegurança alimentar. Hughes enfatizou que o transporte aéreo é usado como último recurso, pois é uma alternativa cara que reduz os recursos disponíveis para a compra de alimentos. Ele sugeriu que a distribuição terrestre de alimentos, antes das fortes chuvas e inundações, seria a solução mais eficaz. Fatores como altos preços de alimentos, instabilidade econômica, conflitos internos e a chegada de refugiados do Sudão, onde há confronto entre forças governamentais e milícias, agravam a crise no Sudão do Sul. Além disso, inundações severas destroem plantações e deslocam comunidades inteiras, aumentando a dependência da assistência humanitária. O PMA conseguiu atender apenas 38% dos necessitados durante a época de escassez de 2024, com a maioria recebendo meias rações de alimentos. Surto de cólera O país também enfrenta um surto de cólera no condado de Renk, um ponto de entrada para refugiados e pessoas retornadas do Sudão. Até o final de outubro, foram registrados 50 casos suspeitos, com seis confirmados. As condições de vida precárias e o acesso limitado à água limpa e saneamento contribuem para o aumento do risco de propagação da doença. Para conter o surto, as autoridades de saúde, com apoio da OMS, ativaram uma força-tarefa de cólera e estabeleceram unidades de tratamento no Hospital Civil de Renk e em Wunthou. A OMS também enviou equipes de resposta rápida e kits de saúde de emergência para a região, o suficiente para atender 74.000 pessoas, incluindo kits específicos para cólera. Dr. Karamagi, representante da OMS, reforçou o compromisso da organização em apoiar o Ministério da Saúde do Sudão do Sul para aprimorar a vigilância de doenças, coordenação de respostas e fornecimento de suprimentos médicos. Crianças em risco Crianças menores de cinco anos são especialmente vulneráveis à crise. A UNICEF, ao examinar recentemente 1.800 crianças nessa faixa etária, encontrou 485 desnutridas, das quais 150 em estado grave. A agência tem providenciado água limpa para cerca de 40.000 pessoas em áreas afetadas por enchentes, reduzindo o risco de doenças transmitidas pela água. Além disso, facilitou a matrícula de mais de 3.000 crianças refugiadas e retornadas em escolas nas localidades de Renk, Kodok e Malakal, visando apoiar a integração dessas crianças em suas novas comunidades.
- "A Educação é Símbolo da independência pessoal e o desenvolvimento do país", afirma Presidente Lula
Neste domingo (3), o presidente Lula visitou a Sala de Situação do Enem 2024, em Brasília, para acompanhar o início das provas em 1.753 cidades. Com 4,3 milhões de inscritos – um aumento de 27% em relação a 2022 –, o crescimento foi atribuído ao programa Pé-de-Meia, que incentiva a permanência escolar. Lula enfatizou que a educação é um caminho para a independência pessoal e o desenvolvimento do país. Camilo Santana, ministro da Educação, destacou a participação feminina de 60% e o grande aumento de estudantes do último ano do ensino médio, impulsionado pelo Pé-de-Meia. Em estados como Bahia, Piauí, e Alagoas, a participação desses estudantes chegou a 100%. O exame envolve 140 mil salas e uma ampla logística de segurança, coordenada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).
- Explorar ou não explorar?
A notícia de que o IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), seguindo análises técnicas, manteve o veto à exploração e prospecção de petróleo e gás na Margem Equatorial brasileira chamou a atenção do país. A decisão afeta quatro estados do Nordeste (Piauí, Rio Grande do Norte, Maranhão e Ceará) e dois da Região Norte (Pará e Amapá). O IBAMA, que recuperou sua autonomia no atual governo, aponta a falta de informações cruciais que assegurem a segurança e viabilidade dessa exploração. Entretanto, lideranças políticas questionam o veto, destacando as promissoras cifras associadas à exploração: a criação de mais de 326 mil novos empregos formais, um acréscimo de R$ 65 bilhões ao Produto Interno Bruto (PIB) e R$ 3,87 bilhões em arrecadação indireta para o Brasil. Além disso, há a previsão de que, até 2034, o Brasil poderia voltar a depender de importações de petróleo com o esgotamento das reservas do Pré-Sal. Diante disso, a pergunta surge: explorar ou não explorar? Como biólogo e ambientalista, posiciono-me contra a exploração, não apenas pelos riscos ambientais que são reais mesmo com as precauções, mas, principalmente, pela urgência da transição para fontes de energia menos impactantes. No entanto, também compreendo a necessidade de soberania energética, além do risco de exploração predatória por capitais estrangeiros, como já ocorre na Guiana, onde a ExxonMobil, gigante estadunidense, lidera a exploração desde 2015. Apesar da busca por energias alternativas, o petróleo e o gás natural continuam como base de 26% da geração de energia elétrica mundial, segundo a Agência Internacional de Energia, que prevê um aumento de 30% no consumo de energia até 2040. E, no Brasil, a projeção é de que esses combustíveis sigam respondendo por mais de 44% da matriz energética até 2026. Esses números refletem a complexidade do cenário. O dilema é evidente: garantir segurança econômica e empregos explorando uma fonte que contribui para o efeito estufa ou apostar na transição energética, área em que o Brasil tem um imenso potencial de liderança? Alternativas como políticas públicas sustentáveis, investimento em transporte público de qualidade e, sobretudo, uma conscientização genuína sobre a matriz energética são passos fundamentais. Acreditar que a eletrificação do transporte resolve o problema é simplista, pois envolve uma cadeia de exploração mineral em países vulneráveis e, muitas vezes, dependente de energia fóssil. Para que essa decisão seja tomada de forma transparente e racional, é essencial promover um debate amplo e participativo, que reforce a verdadeira democracia e evite a desmoralização do IBAMA. Demonizar o órgão, ainda em recuperação dos ataques do governo anterior, seria um retrocesso e uma incoerência. A discussão está aberta, e espera-se que seja conduzida de forma criteriosa e sem paixões partidárias. Afinal, quando se trata da sinuca de bico energética, o buraco é bem mais embaixo.
- Família de mulher iraniana pede que não compartilhem vídeo
ORIGINAL DE ARRASALA https://www.arresala.org.br/ O marido e familiares de uma estudante do Departamento de Ciências e Pesquisa da Universidade Islâmica Azad, em Teerã, divulgaram um vídeo em que pedem às pessoas que não compartilhem as imagens em que ela aparece sem roupas no ambiente da universidade, fato ocorrido no sábado passado, 2 de novembro. “Por favor, não divulguem este filme pelo bem do futuro dos filhos dela. Não brinquem com sua dignidade. Por favor”, implorou seu marido. A família alega que ela sofre de distúrbios mentais e estava ausente de casa e longe dos seus dois filhos após o divórcio. Não houve nenhuma adesão à suposta manifestação da aluna da Azad. A mulher foi acolhida pelas autoridades e pela assistência social devido à sua situação. O diretor de Relações Públicas da Universidade Azad, Seyyed Amir Mahjoub, afirmou que a mulher foi encontrada sem roupas em um ambiente público da universidade, aparentando perturbação mental, e que a instituição prestou-lhe toda a assistência necessária, negando qualquer tipo de abordagem agressiva ou violenta por parte da polícia, ou da segurança do campus. O vídeo está sendo explorado por movimentos anti-Irã e por redes opositoras radicais, como mais uma das inúmeras tentativas frustradas de incitar “revoluções coloridas”, o que tem sido vigorosamente rejeitado pelo povo iraniano. Vale lembrar que o uso do véu islâmico (hijab) faz parte da tradição islâmica e é obrigatório em vários países, incluindo o Irã, simbolizando a modéstia, uma das virtudes da mulher muçulmana e um sinal de honra e igualdade com os homens. Ressalta-se que, apesar de ser obrigatório, as autoridades iranianas têm sido bastante flexíveis em relação à sua aplicação, algo notável em locais públicos, onde muitas mulheres não têm seguido esta regra.
- Israel não passa de um Daesh que deu certo!
Um Estado criado com base teológica bíblica que confere ao seu povo um direito divino porque é eleito por Deus. Um Estado sem constituição, sem fronteiras que lhe permita expandir-se à vontade, independentemente da existência de outras nações e do direito internacional. Um Estado que promove o supremacismo racial, milenarista e messiânico com a bênção de potências ocidentais que se autodenominam universalistas, humanistas, seculares e democráticas? Um Estado que precisa destruir os templos romanos e gregos, as igrejas cristãs milenares e os santuários muçulmanos da esplanada das mesquitas em Jerusalém, numa tentativa de reconstruir o templo de Salomão? Um Estado que organiza de uma forma meticulosa o extermínio de populações civis em nome da Torá? Todos estes elementos esmagadores constituem prova de que Israel é de facto um DAESH (ISIS, Estado Islâmico) que deu certo!! ISRAËL EST BIEN UN DAESH QUI A RÉUSSI! Un État créé sur une base théologique scripturaire qui doté son peuple d'un droit divin car élu par Dieu. Un État sans constitution, sans frontières qui lui permet de s'étendre à volonté indépendamment de l'existence d'autres nations et du droit international. Un État qui promeut un suprémacisme raciale, millénariste et messianique avec l' addoubement de puissances occidentales qui se disent humanistes, universaliste laïcs et démocratiques? Un État qui a besoin de détruire des temples romains et grecs, des églises chrétiennes millénaires et les sanctuaires musulmans de l'esplanade des mosquées à Jérusalem pour tenter de reconstruire le temple de Salomon? Un État qui organise de façon méticuleuse l'extermination de populations civiles au nom de la Torah. Tous ces éléments accablant constituent la preuve qu' Israël est bien un DAESH qui a réussi !










