
MODO DE NAVEGAÇÃO
Em uma entrevista recente ao apresentador Afshin Rattansi, da RT, Malik Obama, meio-irmão do ex-presidente dos EUA, afirmou que Barack Obama teve que conquistar o apoio das elites financeiras de Washington para alcançar a presidência, o que o teria tornado incapaz de contrariar certas ordens após assumir o cargo.
"Quando o conheci, Barack era uma pessoa muito boa, acessível, cheio de humildade. Mas, após se tornar presidente e se envolver nos 'corredores do poder', senti que ele começou a agir de outra maneira", contou Malik.
Segundo ele, o ex-presidente precisou "dançar conforme a música" para ser eleito. "Para garantir o apoio de figuras como os Clintons e das pessoas que realmente controlam as coisas, talvez os grupos ligados a Soros ou outras pessoas influentes com dinheiro, quem quer que seja que manda em Washington D.C."
Malik sugeriu que, caso Barack tivesse adotado uma campanha mais próxima à de Donald Trump – que conquistou apoio de figuras contrárias à expansão militar dos EUA –, ele teria perdido o suporte de lobistas, fundações e do complexo militar-industrial.
"É por isso que gosto do presidente Trump, ele faz as coisas do jeito dele", disse Malik. "Ele entrou em contato com a Coreia do Norte e se reuniu com seu líder. [Barack] poderia ter feito o mesmo com Muammar Gaddafi. Acho que ele acabou se tornando um bajulador", finalizou.
Durante o governo Obama, os EUA participaram da intervenção militar na Líbia, que derrubou Muammar Gaddafi. O vácuo de poder criado pela operação é amplamente considerado um desastre, resultando na desestabilização da região e em uma grave crise humanitária.
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30 de setembro de 2024

































