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  • Bombardeios Varrem Todo Território Da Faixa De Gaza Hoje, Resultando Em Mais De 10 Mortes E Dezenas De Feridos

    Hoje, pelo menos 10 civis foram mortos e vários ficaram feridos em bombardeios israelenses em várias áreas da Faixa de Gaza. Um ataque visou uma casa na cidade de Gaza, matando cinco civis e ferindo outros 30. Outros dois civis foram mortos e vários ficaram feridos em um bombardeio no norte do campo de Nuseirat. Relatos de fontes médicas indicam que mais civis, incluindo crianças e mulheres, foram mortos e feridos em Beit Hanoun, no norte. Tanques e veículos militares israelenses também foram vistos invadindo uma casa na Faixa central. A manhã começou com intensos ataques aéreos sobre Deir al-Balah, e os corpos de 10 pessoas foram recuperados em diversas áreas de Khan Yunis.

  • Quem Somos Nós

    Kim Il-sung (1912-1994) foi o fundador e o primeiro líder da Coreia do Norte, servindo como seu presidente de 1948 até sua morte em 1994. Ele nasceu Kim Song-ju em 15 de abril de 1912, em Mangyongdae, uma aldeia próxima à capital Pyongyang, que estava sob domínio japonês na época. Desde jovem, Kim Il-sung esteve envolvido em atividades políticas e nacionalistas, participando de movimentos de resistência contra o domínio japonês na Coreia. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele liderou unidades guerrilheiras contra as forças japonesas na Manchúria. Após a rendição japonesa em 1945, Kim emergiu como uma figura proeminente na política coreana, liderando o Partido dos Trabalhadores da Coreia e estabelecendo a República Popular Democrática da Coreia (Coreia do Norte) em 1948, com o apoio da União Soviética. Kim Il-sung promoveu uma ideologia conhecida como "Juche", que enfatiza a autossuficiência e a independência nacional, ao mesmo tempo em que mantinha um culto à personalidade em torno de si mesmo. Ele estabeleceu um regime totalitário com controle absoluto sobre todos os aspectos da vida na Coreia do Norte. Durante seu governo, Kim promoveu uma série de políticas econômicas e sociais, incluindo a coletivização da agricultura e a industrialização forçada, mas muitas dessas políticas resultaram em fracassos econômicos e privações para o povo norte-coreano. Externamente, Kim Il-sung buscou unificar a península coreana sob o domínio comunista, liderando a invasão da Coreia do Sul em 1950, desencadeando a Guerra da Coreia. Apesar de inicialmente obter sucesso territorial, o conflito terminou em um impasse e um armistício em 1953. Apesar das críticas e sanções internacionais, Kim Il-sung continuou a governar a Coreia do Norte até sua morte em 8 de julho de 1994. Ele foi sucedido por seu filho Kim Jong-il, que por sua vez foi sucedido por seu neto Kim Jong-un, mantendo a dinastia Kim no poder.

  • Cerca De 14 Prisioneiros Palestinos Morreram Em Prisões Israelenses Desde 7 De Outubro, Em Decorrência De Tortura, Maus-Tratos, Privação De Alimentos E Negligência Médica

    A Sociedade de Prisioneiros Palestinos (PPS) anunciou hoje (8 de março) que o número total de prisioneiros e detentos palestinos que faleceram nas prisões israelenses desde 7 de outubro aumentou para 14. Estas mortes resultaram de tortura, abuso, privação de alimentos, negligência médica, sendo a mais recente o caso de Walid Daqqa. O PPS declarou em comunicado que os meios de comunicação da ocupação divulgaram o assassinato de detentos da Faixa de Gaza em prisões de ocupação. Até o momento, as autoridades de ocupação se recusaram a revelar suas identidades, mantendo-se numa contínua prática de desaparecimento forçado contra os detentos de Gaza após 7 de outubro.

  • Soldados De Israel Impedem O Chamado Para Oração E Restringem Os Fiéis De Realizar Suas Orações Em Bethlehem (Belém), Na Palestina

    Rami Hamamra, Diretor do Conselho da Aldeia de Husan, relatou que as autoridades de ocupação israelenses proibiram o chamado para as orações e impediram os fiéis de realizar as orações de Isha e Tarawih na Mesquita de Abu Bakr. Ele observou que soldados fortemente armados fecharam a mesquita logo cedo, restringindo a circulação dos residentes e forçando os lojistas a fecharem suas lojas. Além disso, a ocupação intensificou o cerco à aldeia de Husan, fechando diversas entradas, estabelecendo postos de controle militares móveis e bloqueando a passagem de veículos palestinos.

  • Ministro Das Relações Exteriores Da Irlanda Denuncia Violações Do Direito Internacional Na Faixa De Gaza

    O ministro das Relações Exteriores da Irlanda, Micheál Martin, enfatizou a gravidade da situação na Faixa de Gaza, destacando que as condições presentes equivalem a violações evidentes do direito internacional. "O que estamos presenciando na Faixa de Gaza neste momento constitui violações flagrantes do direito internacional." Micheál Martin ___ Martin ressaltou a urgência de pôr fim à violência em Gaza, acrescentando que seu país está firmemente a favor de um cessar-fogo imediato na região e da garantia de entrada segura e desimpedida de ajuda humanitária. A população de Gaza, enfrenta uma crise alimentar iminente, diante da grave escassez de alimentos, água, medicamentos e combustíveis.

  • Crianças palestinas sofrem tortura e retaliação em prisões israelenses

    Hoje, em comemoração ao Dia da Criança Palestiniana, organizações de defesa dos direitos humanos alertam para a situação alarmante de mais de 200 crianças palestinas atualmente detidas em prisões israelenses. Dentro dessas estatísticas preocupantes, destaca-se o caso de 23 crianças da Faixa de Gaza encarceradas na prisão de Megido, onde são vítimas de desaparecimentos forçados. Apesar desses números já serem chocantes, os defensores dos prisioneiros afirmam que o cenário pode ser ainda mais grave, com muitas outras crianças em situação de detenção em Gaza. Este ano, especialmente, testemunhou-se um aumento significativo da violência contra crianças palestinas, um reflexo direto da contínua agressão israelense e da guerra em Gaza. Desde o ano passado, as crianças detidas enfrentam medidas retaliatórias impostas pelas autoridades de ocupação israelenses, incluindo isolamento completo do mundo exterior, separação dentro das prisões, privação de itens básicos e alimentação inadequada. Relatos detalhados evidenciam que as crianças enfrentam formas de tortura física e psicológica, incluindo espancamentos brutais. Esta é uma realidade cruel que exige atenção internacional e ação imediata para proteger os direitos dessas crianças, que estão sendo privadas de sua infância e submetidas a uma injustiça intolerável.

  • Após mais de 40 anos de luta, tribunal de anistia concede reconhecimento póstumo a Clarice Herzog, esposa de jornalista Vladimir Herzog, assassinado nos porões da ditadura

    A Comissão de Anistia, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, concedeu anistia política a Clarice Herzog, esposa do jornalista Vladimir Herzog, torturado e morto pela ditadura militar em 1975. O evento ocorreu durante o seminário “60 anos do golpe militar de 64 – Lembrar para que nunca mais se repita”, realizado pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. Apesar de oficialmente declarado como suicídio, evidências indicam que Herzog foi vítima de homicídio. A comissão também votou favoravelmente a uma indenização para Clarice Herzog. Seu filho, Ivo Herzog, explicou que o pedido de anistia foi motivado pela saúde debilitada da mãe, que sofre de Alzheimer em estágio avançado. Clarice Herzog, de 83 anos, após mais de 40 anos de luta, conseguiu uma sentença judicial de culpa do Estado em 1978. Em 2013, o atestado de óbito foi retificado para declarar a morte por violência física. Ivo Herzog, filho de Clarice, esclareceu que sua mãe nunca buscou compensação financeira pela morte de Vladimir Herzog. No entanto, diante da atual necessidade de cuidados médicos intensivos devido à sua saúde debilitada, ele decidiu acionar a comissão de anistia. Após mais de 40 anos de luta, a saúde de Clarice foi gravemente comprometida, sofrendo de Alzheimer em estágio avançado. Isso requer atenção constante de cuidadores, garantindo que ela mantenha um mínimo de dignidade durante seus últimos anos.

  • Após bombardear a embaixada iraniana em damasco, na Síria, força de ocupação sionista afirma que recrutará mais reservistas para o comando de defesa aérea em meio às “ameaças do Irã”

    Na segunda-feira, bombardeios israelenses destruíram a seção consular da embaixada iraniana em Damasco , segundo autoridades sírias e iranianas. Sete membros da Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, morreram no ataque.

  • Chefe do comando sul (divisão do departamento de defesa dos EUA) visita Argentina

    Na noite de terça-feira (3 de abril), a comandante do Comando Sul dos Estados Unidos (US Southcom), General Laura Richardson, chegou a Buenos Aires para completar uma visita oficial de três dias. O Comando Sul dos Estados Unidos, abreviado como USSOUTHCOM, é um dos comandos unificados do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Sua principal responsabilidade é conduzir operações militares e promover a cooperação de segurança com países da América Central, América do Sul e Caribe. "Os laços entre as nossas respectivas Forças Armadas estão solidamente estabelecidos, refletindo a profunda relação entre os nossos países." Laura Richardson ___ Richardson expressou o compromisso da Casa Branca em colaborar estreitamente com a Argentina para que os esforços conjuntos de segurança resultem em benefícios duradouros e positivos para os cidadãos, as nações e o hemisfério sul. Segundo o porta-voz da Casa Rosada, Manuel Adorni, Richardson se reunirá com o chefe de gabinete, Nicolás Posse, e com o ministro da Defesa, Luis Petri, em nome do governo, além dos chefes do Estado-Maior Conjunto de Funcionários. Ele afirmou que esta visita ocorre no âmbito das excelentes relações que a Argentina mantém com os Estados Unidos, especialmente com a chegada de Milei ao governo.

  • Jornalista palestina Bayan Abusultan comunica que seu desaparecimento ocorreu após o trauma de enterrar o irmão no quintal de sua casa em Gaza

    A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) expressou preocupações sobre o paradeiro da jornalista Bayan Abusultan, vista pela última vez em 19 de março em Gaza. Seu desaparecimento levantou preocupações, mas ela recentemente comunicou-se para informar que está viva e em casa. Abusultan é conhecida por denunciar as atrocidades cometidas por Israel em Gaza e enfrentou angústia após enterrar seu irmão. Este não é o primeiro incidente em que a segurança de Abusultan é questionada. Durante um apagão de telecomunicações imposto por Israel em novembro do ano passado, ela escreveu em suas redes sociais: "Quando fico em silêncio por muito tempo, isso significa que não tenho conexão com a Internet, que minha bateria acabou ou que eu morri." Bayan Abusultan ___ A comunidade internacional mantém sua exigência para que Israel cumpra a resolução da ONU para um cessar-fogo imediato, visando preservar vidas civis, entre elas a de jornalistas, que já contabilizam mais de 100 vítimas em pouco mais de 170 ataques israelenses à Faixa de Gaza. Entretanto, a persistência da violência e instabilidade na região coloca milhares de vidas em risco, agravando ainda mais a crise humanitária no enclave palestino.

  • Anistia Internacional alerta que “acusação politicamente motivada contra Assange, representa uma ameaça à liberdade de imprensa em todo o mundo”

    Em resposta à decisão do Supremo Tribunal do Reino Unido de adiar a permissão para Julian Assange recorrer de sua extradição para os Estados Unidos, Simon Crowther, Conselheiro Jurídico da Amnistia Internacional, expressou sua preocupação e reiterou o compromisso com a luta pela liberdade de imprensa. Ele enfatizou que, embora a batalha esteja longe de terminar, os EUA têm agora outra oportunidade de fornecer garantias diplomáticas, cuja consideração será retomada em maio pelo tribunal. Assange, fundador do WikiLeaks, enfrenta acusações nos Estados Unidos por supostas violações de leis de espionagem e conspiração, relacionadas à divulgação de documentos confidenciais. ______ Crowther também destacou as preocupações persistentes sobre o risco de Assange enfrentar tortura ou maus-tratos nos EUA, apesar das alegadas garantias fornecidas pelas autoridades americanas ao Reino Unido. Ele observou que as garantias até agora apresentadas estão repletas de lacunas e que é crucial que os EUA retirem todas as acusações contra Assange. Apesar de algumas rejeições dos argumentos de Assange pelo tribunal, especialmente a alegação de extradição política, Crowther enfatizou que o processo foi suspenso para permitir que os EUA forneçam garantias diplomáticas mais substanciais. Ele alertou para os perigos de uma acusação politicamente motivada contra Assange, que representa uma ameaça à liberdade de imprensa em todo o mundo, enviando um claro aviso aos jornalistas e editores sobre os riscos de publicar material de interesse público. O Supremo Tribunal do Reino Unido, após a recente audiência em fevereiro, adiou sua decisão e concedeu aos EUA a oportunidade de apresentar novas garantias diplomáticas, com uma nova revisão marcada para maio. A Amnistia Internacional reiterou sua preocupação com os direitos humanos de Assange e alertou para o impacto negativo sobre a liberdade de imprensa global.

  • Definição de terrorismo segundo a história e o código de defesa dos EUA

    A definição de terrorismo é uma área de conflito de interesses antagônicos onde as dinâmicas de poder e influências políticas estão entrelaçadas. O cerne da questão está na determinação de quem possui a autoridade para definir o que é considerado terrorismo e, por conseguinte, quem é rotulado como praticante dessa ação. Adorno e Horkheimer, em a teoria crítica nos convidam a analisar as estruturas de poder subjacentes a essa definição, evidenciando como os interesses políticos moldam essa narrativa. (ADORNO, SANFORD, et al., 1950) Ao longo dos séculos, a definição de terrorismo tem passado por alterações significativas, refletindo mudanças nos contextos sociopolíticos e nas relações internacionais. Xenofonte (430-349 a.C.), conhecido como o pai da História, relata o uso de formas de guerra psicológica contra populações inimigas, embora ele não empregue o termo "terrorista" (Xenofonte, 1999). Posteriormente, o historiador Eric J. Hobsbawm (2012), em seu livro "A Era das Revoluções: 1789-1848", identifica o surgimento do termo "terrorismo" para descrever os inimigos do absolutismo monárquico durante a Revolução Francesa. De fato, o surgimento do terrorismo não pode ser atribuído a um único ponto no tempo ou espaço. Suas raízes estão entrelaçadas em eventos históricos e contextos culturais diversos. Desde movimentos de resistência até ações perpetradas por grupos extremistas, o terrorismo assume manifestações diversas que desafiam uma delimitação temporal ou geográfica precisa. Analisando os eventos históricos mais recentes, o conceito de terrorismo viu sua popularidade ressurgir com os movimentos de independência e revolução do século XX. Figuras como Mahatma Gandhi, Nehru e Ali Jinnah, que na década de 1940 lutavam pela libertação do povo indiano do domínio colonial britânico, foram rotulados como terroristas. O mesmo ocorreu com os movimentos de emancipação na Irlanda do Norte, no Conflito Basco e, posteriormente, durante a Revolução Cubana e todas as outras no continente americano. De maneira semelhante, ocorreu na luta contra a segregação racial na África do Sul e na Palestina, onde figuras como Nelson Mandela e Yasser Arafat foram consideradas terroristas, embora nunca tenham realizado ações militares contra alvos civis. Na história do Brasil, a definição de terrorismo segue padrões semelhantes aos internacionais. Os movimentos tenentistas no início do século XX foram rotulados como terroristas, porém, quando Getúlio Vargas liderou um golpe militar em 1930, este foi chamado de revolução. Da mesma forma, durante a Revolução Constitucionalista de 1932 em São Paulo, os rebeldes foram descritos como terroristas que buscavam promover um golpe contra um Estado legítimo. Em termos simplificados, no Brasil, golpes são chamados de revoluções enquanto as revoluções são chamadas de golpes. O que era considerado legítimo em determinado período pode ser reinterpretado de maneira distinta em outro, destacando a natureza fluida e, por vezes, subjetiva dessa categoria. O atentado às Torres do World Trade Center em 11 de setembro de 2001 desencadeou uma mudança significativa que ainda hoje serve como justificativa para rotular e estigmatizar os povos árabes como "terroristas", incluindo turcos e persas iranianos, que apesar de não serem árabes, são enquadrados nessa rotulação preconceituosa. Mas então surge a questão: como distinguir o que é e o que não é terrorismo? O linguista estadunidense Noam Chomsky (2002) oferece uma estratégia útil para definir o terrorismo. Segundo ele, o Código do Departamento de Defesa dos Estados Unidos fornece uma definição clara do que realmente pode ser considerado como terrorismo. U.S.Code “ato de terrorismo quer dizer qualquer atividade que: a) envolva um ato violento ou uma séria ameaça à vida humana que seja considerado delito pelos Estados Unidos ou qualquer outro Estado, ou que seja delito assim reconhecido, se praticado dentro do território jurisdicional americano ou de qualquer outro Estado; e b) aparente (i) ser uma intimidação ou coerção à população civil; (ii) influencie a política governamental por meio de intimidação ou coerção; ou (iii) ameace a conduta de um governo por um assassinato ou sequestro.” (US Code. 1994) De acordo com esse código, o terrorismo é definido como a prática de atos de violência, intimidação ou coação com o objetivo de alcançar metas políticas, religiosas ou ideológicas. Normalmente, essas ações são realizadas por grupos, indivíduos ou estados que buscam instilar medo na população em geral ou em grupos específicos, como forma de protesto, resistência ou, como nos casos dos estados, para promover uma agenda política com interesses particularmente financeiros. Referências ADORNO, T. W. Indústria cultural. Nova Cultural. São Paulo. 1998. ADORNO, T. W. et al. The authoritarian personality. New York. 1950. CHOMSKY, N. A nova guerra contra o terror. Massachusetts Institute of Technology (MIT). Massachusetts. 2002. HOBSBAWM, E. J. A era das revoluções: 1789-1848. Editora Paz & Terra. São Paulo. 2012. SAID, E. Orientalismo: O Oriente como invenção do Ocidente. Companhia de Bolso. São Paulo. 2007. XENOFONTE; , P. Os Pensadores - Socrates. Editora Nova Cultural. São Paulo. 1999. United States Code Congressional and Administrative News. 98°, “Congresso, Segunda Sessão, 19 de outubro de 1984. Volume 2, parágrafo 3077, 98 STAT. 2707. West Publishing Co.” Whashington DC, 1984. __________

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