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  • Entendendo a Gramática Generativa de Noam Chomsky

    @SIQKA Noam Chomsky. Você já se perguntou como nós, seres humanos, conseguimos compreender e produzir uma quantidade infinita de frases, mesmo aquelas que nunca ouvimos antes? A resposta pode ser encontrada na teoria da gramática generativa, desenvolvida por Noam Chomsky nos anos 1950. O que é a Gramática Generativa? A gramática generativa é uma abordagem revolucionária para entender a linguagem. Ela propõe que a capacidade de linguagem é inata aos seres humanos e que todas as línguas compartilham uma estrutura subjacente comum, conhecida como "gramática universal". Em outras palavras, apesar das diferenças superficiais entre as línguas, todas elas seguem um conjunto básico de regras e princípios estruturais. Princípios Básicos: Inatismo: Chomsky argumenta que nascemos com uma capacidade inata para a linguagem. Isso significa que a estrutura básica da linguagem está codificada geneticamente e não é adquirida apenas por meio da exposição e imitação. Gramática Universal: Todas as línguas têm uma estrutura subjacente comum. Essas regras básicas são as mesmas em todas as línguas, embora possam ser expressas de maneiras diferentes. Regras Transformacionais: As frases são geradas a partir de estruturas profundas subjacentes, transformadas em estruturas superficiais por meio de regras específicas. As estruturas profundas representam a forma abstrata de uma sentença, enquanto as estruturas superficiais são as frases reais que falamos e ouvimos. Competência vs. Desempenho: Chomsky distingue entre "competência" (o conhecimento tácito de um falante sobre sua língua) e "desempenho" (o uso real da linguagem em situações concretas). A gramática generativa se preocupa principalmente com a competência linguística. Por Que é Importante? A gramática generativa foi crucial para mudar a forma como entendemos a linguagem. Ela desafia as teorias behavioristas, que viam a linguagem como um comportamento aprendido através de estímulo e resposta. Em vez disso, a gramática generativa enfatiza a natureza criativa e ilimitada da linguagem humana, sugerindo que podemos gerar e entender um número infinito de frases nunca antes ouvidas. Evolução da Teoria Desde sua introdução, a gramática generativa evoluiu, passando por várias revisões e refinamentos, como a Teoria da X-barra e o Programa Minimalista. Cada nova iteração busca fornecer uma descrição mais precisa e abrangente da capacidade linguística humana. A gramática generativa continua sendo uma área de pesquisa ativa e influente, com implicações importantes para a psicologia, a ciência cognitiva e a inteligência artificial.

  • Leia “O Clube do Bang Bang”

    "O Clube do Bang Bang" se destaca como uma leitura profundamente envolvente e esclarecedora sobre o jornalismo que você lê na mídia e o complexo processo de comunicação que, em ambas as extremidades, envolve pessoas. Escrito por Greg Marinovich e João Silva, o livro oferece um mergulho íntimo na história de quatro fotojornalistas que testemunharam e documentaram os momentos mais brutais do apartheid na África do Sul. O título da obra faz alusão ao grupo informal formado por Greg Marinovich, João Silva, Kevin Carter e Ken Oosterbroek, cuja união ultrapassava os limites de colegas de profissão, criando uma camaradagem forjada nos momentos extremos compartilhados, alguns tão intensos que suas vidas dependiam da confiança de um no outro. A narrativa é permeada por momentos de coragem, compaixão e, ocasionalmente, desespero, ressaltando a complexidade emocional presente na tarefa de documentar os níveis mais baixos da humanidade e, ao mesmo tempo, os picos mais altos do sofrimento humano. Ao contrário de outras obras historiográficas ou jornalísticas sobre o mesmo período, "O Clube do Bang Bang" oferece uma perspectiva direta e visceral dos eventos cruciais da África do Sul durante o apartheid. Através dos olhos, lentes, câmeras e das próprias experiências – pessoais e profissionais – em campo dos fotojornalistas Greg Marinovich, João Silva, Kevin Carter e Ken Oosterbroek, o livro transmite uma autenticidade e um realismo que poucas outras fontes conseguem igualar. Esta abordagem em primeira mão não apenas capta a crueza dos acontecimentos, mas também proporciona uma compreensão profunda e abrangente do contexto histórico, superando em riqueza de detalhes e impacto narrativo muitos relatos biográficos de líderes sul-africanos e estudos acadêmicos sobre o apartheid. Além de narrar a história, os autores fazem uma crítica incisiva ao sistema capitalista das grandes corporações de mídia, que frequentemente mascaram seu verdadeiro objetivo – o lucro – sob a fachada da “mídia internacional”. Eles expõem como essas corporações muitas vezes exploram a violência e os próprios jornalistas em busca de ganhos exorbitantes, enquanto esses profissionais arriscam suas vidas em campo. Esta crítica adiciona uma camada extra de reflexão à obra, proporcionando ao leitor uma visão mais profunda e crítica sobre os mecanismos internos que moldam as notícias que chegam ao seu conhecimento. "O Clube do Bang Bang" não é apenas um documento histórico e jornalístico vital sobre o apartheid na África do Sul, mas também sobre a violência herdada no continente africano dos regimes coloniais europeus. A escrita visceral transporta os leitores para os cenários caóticos e perigosos onde esses fotógrafos operavam. Além disso, o livro aborda questões éticas e morais enfrentadas pelos fotojornalistas, como o delicado equilíbrio entre documentar a realidade e intervir para ajudar aqueles que estão sofrendo. Outro ponto de destaque é a análise do efeito psicológico e emocional que esses profissionais enfrentam ao serem expostos tão intimamente à violência e à morte. Em resumo, "O Clube do Bang Bang" é uma leitura essencial para quem se interessa por fotojornalismo, jornalismo humanitário e pela condição humana. O livro é um testemunho do poder das imagens em narrar e alterar a história por meio do despertar da consciência do leitor. Além disso, presta uma homenagem profunda aos bravos fotógrafos e jornalistas que arriscam suas vidas para revelar a verdade ao mundo, desnudando, através de suas lentes, a verdadeira face da humanidade diante de um espelho moral e ético.

  • Kevin Carter e o abutre do jornalismo

    Você já parou para pensar qual é o preço pago para jornalistas e fotógrafos documentarem guerras, fome e sofrimento humano? E já parou para pensar qual o preço um jornalista ou fotógrafo paga por documentar guerras, fome e sofrimento humano? O preço que jornalistas e fotógrafos pagam para nos trazer essas realidades sombrias é frequentemente altíssimo. Se, por um lado, eles documentam as consequências da nossa indiferença, por outro, o impacto em suas vidas pessoais é imensurável. Kevin Carter foi um fotojornalista sul-africano que o preço mais alto preço por mostrar ao mundo a realidade por vezes ignorada, tornando-se mais uma vítima de um ciclo de lucros e perdas que envolvem a mídia corporativa.   Contrariamente à ideia de que pessoas se acostumam com a violência, a realidade é que cada cena de horror deixa cicatrizes profundas. A dor e o trauma acumulados são comparáveis a quebrar o mesmo osso repetidamente, sem nunca deixar de sentir a dor. Kevin Carter era integrante do "Clube do Bang Bang", um grupo de fotógrafos brancos de classe média composto por Greg Marinovich, João Silva e Ken Oosterbroek. Esses profissionais capturaram imagens brutais de violência, assassinatos e injustiças durante o apartheid na África do Sul, expondo ao mundo as atrocidades, mas, sem nunca se acostumar com ela.   No livro "O Clube do Bang Bang", Marinovich e Silva detalham o impacto devastador de seu trabalho em suas vidas pessoais. Marinovich narra como a exposição constante à morte e à destruição não permitiu que ele se tornasse insensível.   "Em 1992, já tinha visto muitos cadáveres. Certa vez quis contá-los, numa tentativa de reconhecer verdadeiramente a existência deles, mas foi impossível. Difícil não se sentir perturbado com toda aquela morte." [...] "Era igualmente difícil não desligar as emoções. Eu não conseguia suportar o repetido impacto de uma completa reação emocional a cada cadáver ou pessoa ferida com que topava – precisaria ter sido um santo. Mas também não queria agir como os fotógrafos mais experientes pareciam fazer: desligar completamente." Greg Marinovich   Além das experiências de impacto emocional, Greg e João fazem outra denúncia. O “preço” pago pelas grandes mídias, principalmente as estrangeiras, não cobria o “valor” da sanidade dos profissionais em campo, pior ainda em caso de ferimento ou, no mais grave, morte. Durante o apartheid, as balas encontraram os corpos de Abdul e de Ken Oosterbroek. Após a morte, houve silêncio das empresas, que, no máximo, contribuíram com seus nomes acrescentados a obituários e não mais que uma coroa de flores. Nem mesmo após ganhar o Pulitzer, a condição de Greg ou dos outros fotógrafos do Clube do Bang Bang mudou; ele continuava lutando para encontrar trabalho e uma remuneração digna ao risco que corria. Com Kevin Carter, a situação foi ainda pior. Kevin encontrou nas drogas uma maneira de fugir dos rostos mortos que registrava com sua câmera e de silenciar, por alguns instantes, as vozes que o atormentavam durante a noite. O convite de João Silva para um trabalho no Sudão foi uma tentativa de resgatá-lo do abismo em que se encontrava.   O Sudão era apenas mais um entre os muitos países africanos mergulhados em um cenário pós-colonial de guerra civil, miséria e fome. Durante sua breve estadia no Sudão, Kevin Carter capturou uma foto das mais icônicas e perturbadoras do fotojornalismo, "A Menina e o Abutre". Embora tecnicamente simples, esta imagem transcendeu a estética e revelou a essência cruel da nossa “evolução” como seres humanos: A pele fina de uma criança, quase rasgada pelos ossos aparentes devido à fome, o peso da cabeça que em parte parece sobrecarregar o frágil corpo, ao mesmo tempo em que adota uma postura de súplica e, para completar a composição, ao fundo um abutre à espreita, como se aguardando o momento de uma morte inevitável.   Kevin ganhou o Prêmio Pulitzer por aquela foto — quantas vítimas um Pulitzer ou um Nobel fizeram na história? — mas a imagem o perseguiria até o fim de sua vida. Embora, na época, a foto estivesse sendo reproduzida mundialmente e ajudando a angariar fundos para organizações humanitárias que prestavam assistência ao Sudão, Kevin começou a ser questionado por sua postura ética e moral em relação à criança. As dúvidas giravam em torno de se ele havia ajudado a criança, se espantou o abutre ou o que aconteceu após a foto. Embora a mídia tivesse encontrado vários desfechos ficcionais sobre a história, a verdade narrada por João Silva foi que o jornalista espantou o abutre, mas deixou a criança no local, pois acreditava que ela estava próxima a um centro de distribuição de alimentos, onde sua mãe provavelmente estava disputando as migalhas da ajuda internacional. João Silva, que acompanhava o fotojornalista, relatou que, após tirar a foto, Kevin se escondeu à sombra de uma árvore para chorar.   Uma das principais características de nossa espécie é o julgamento. Julgamos tudo e todos a todo momento, como se tivéssemos todas as respostas certas para uma vida “errada”, mesmo sem termos as respostas para nossas próprias vidas. Como fotógrafo, não sei qual teria sido a minha reação se estivesse no lugar de Carter. Talvez eu tivesse agido de forma diferente, talvez não. Eu poderia agir de maneiras distintas em dias distintos; é impraticável. Nesse processo de julgamento, o que nos falta é empatia, ou seja, nos colocarmos no lugar do outro. Kevin Carter foi um dos poucos profissionais de sua época que arriscou a vida, a sanidade e a paz que a cor de sua pele proporcionava em um regime de apartheid, para registrar a violência e denunciar um sistema racista para o mundo. Seria hipócrita dizer que não havia “remuneração” e que ele fazia isso por puro ativismo; sim, havia, mas esse era seu trabalho. E sejamos justos, a remuneração e as condições de exploração eram muitas, mesmo quando passou a reportar para grandes agências internacionais.   Após receber aclamação da mídia, Kevin foi subsequentemente massacrado por ela mesma. A mídia retratou Kevin como o próprio abutre da fotografia. Aqui se revela uma das dinâmicas mais perversas das grandes corporações de mídia capitalista: elas lucraram enormemente com a fotografia de Kevin — muito mais do que ele jamais sonhou ou recebeu como autor. Essas mesmas corporações, que lucraram vendendo sua imagem, também lucraram ao criticar Kevin por ter capturado a imagem que gerava seus próprios lucros. E, ainda pior, persuadiram outros jornalistas — trabalhadores como Kevin, que conheciam bem a dura rotina e o custo pago em termos de sanidade — a fazer o mesmo. Mais uma vez, o capital transforma o trabalhador em carrasco de seus próprios pares.   A pressão foi tão esmagadora que, combinada com outros problemas pessoais e um histórico de sofrimento, levou Kevin a um aumento no uso de drogas. Incapaz de silenciar as vozes e imagens que o assombravam, ele acabou vendo o suicídio como a única saída.   "Eu realmente sinto muito. A dor da vida se sobrepõe à alegria a tal ponto que a alegria não existe. …deprimido… sem telefone… dinheiro para alugar… dinheiro para pensão alimentícia… dinheiro para dívidas… dinheiro!!! … Sou assombrado pelas memórias vívidas de assassinatos e cadáveres e raiva e dor… de crianças famintas ou feridas, de loucos no gatilho, muitas vezes policiais, de algozes assassinos… Fui me juntar a Ken se tiver essa sorte." Carta de suicídio de Kevin Carter   Ainda hoje, a fotografia de Kevin continua a impactar profundamente aqueles que a veem. Para mim, "A Menina e o Abutre" de Kevin Carter simboliza a luta interna dos fotojornalistas entre documentar a verdade e ser mais crucificados do que os próprios criminosos de guerra que cometem tais atrocidades. Além disso, tornar-se vítimas de outros colegas que escrevem sobre ética no conforto de seus lares, sem nunca terem pisado na lama ou sentido o cheiro que a miséria impregna no ar. Conhecendo a dinâmica capital eu te pergunto: – Quem é o abutre do jornalismo?

  • Encrenca no primeiro dia na Índia

    Novembro de 2016 Dessa vez acho que abusei no diazepam. Me lembro vagamente da escala em Dubai e menos ainda de como chegamos até aqui. A Di me disse que passamos na imigração sem problemas - não lembro -, disse que fizemos o câmbio - também não lembro - e por fim pegamos um metrô - lembro menos ainda. Está tudo nublado na minha cabeça, sei que a viagem durou mais de 40 horas entre um voo, a escala e a chegada em Nova Délhi, mas para mim parece que durou apenas alguns minutos; me sentia como quando você cochila no sofá assistindo a um filme chato e quando acorda nem sabe onde parou. A primeira recordação que tenho é de descer de um tuc-tuc e entrar em um escritório, no qual o atendente dizia que era uma agência de viagens. Aos poucos fui voltando ao normal e me liguei que o indiano estava tentando nos vender um tour por toda a Índia, com passagens, hospedagem e passeios. Foi como um balde de água fria na cara. Era golpe. Acordei. Estava de volta e não iria ser enrolado logo no primeiro dia. Felizmente, temos uma sintonia muito boa. Às vezes, quando estou em estágio de coma, a Di vai me brecando de fazer cagadas, e às vezes… Não, não, na verdade eu sou o único a dar esse tipo de mancadas. Agradecemos ao vendedor do tour dos sonhos e caminhamos em direção à porta. O cara ficou furioso, gritou e me empurrou, como querendo me intimidar. Cara, aquelas boas-vindas também me irritaram. Eu não vim para a Índia para arrumar encrenca, mas também não vim para ser enrolado. Ele começou a subir o tom e eu comecei a subir também. Ele gritou os palavrões dele em hindi e eu gritei os meus em português. Saímos dali meio que desacreditando da tentativa de golpe com agravante de intimidação, mas ambos somos pobres criados em periferias, não chegamos à vida adulta com medo. Aprendi desde pivete que para ganhar uma luta sem precisar lutar é só gritar mais alto. E enquanto ele gritava algo que eu não compreendia, eu gritava “ não fode! sou brasileiro, seu arrombado!”

  • Cuba amplia licença maternidade para 15 meses

    foto @william-fortunato Nesta quarta-feira, Cuba implementou um novo benefício que estende a licença maternidade para 15 meses, conforme o Decreto-Lei 84 de 2024. Publicada no Diário da República, a medida visa melhorar a dinâmica populacional, incentivar a fecundidade e promover o apoio familiar. A licença pode ser usufruída por responsáveis legais, como adotantes, assistentes e sócios-efetivos, de acordo com o Código das Famílias. A nova lei modifica vários artigos é válida para trabalhadoras do setor estatal e não estatal. Especialistas acreditam que a medida melhorará a assistência médica durante a gravidez e os cuidados pós-natais. #Cuba #LicençaMaternidade #Trabalhadoras #AssistênciaFamiliar #DireitosTrabalhistas #PolíticaPública

  • Colonos israelenses atacam comunidade beduína perto de Jericó

    Colonos israelenses invadiram na noite de quinta-feira a comunidade beduína de Arab al-Mlaihat, a noroeste da cidade ocupada de Jericó, na Cisjordânia, de acordo com um ativista local. Hasan Mlaihat, supervisor da Organização al-Baidar em Defesa dos Direitos dos Beduínos, disse que os colonos que dirigiam veículos invadiram a comunidade pela segunda vez em 24 horas e vagaram provocativamente pelas casas. Acrescentou que o ataque dos colonos à comunidade fazia parte da política contínua da ocupação israelense de deslocar a comunidade para abrir espaço à expansão colonial. Segundo o Instituto de Pesquisa Aplicada de Jerusalém (ARIJ), os árabes al-Mlaihat são originários do Negev; as pessoas desta área foram expulsas à força para viver em diferentes locais da Cisjordânia. Em meados da década de 1980, o povo de al-Mlaihat foi enviado da área de al-Irqa para Maghair al-Dair, que fica a apenas 7 km de distância, reivindicando por Israel como área como uma zona militar fechada.

  • Colonos atacam veículos palestinos com pedras perto de Nablus

    Esta noite, uma multidão de colonos israelenses atacou veículos palestinos com pedras a oeste da cidade de Nablus, no norte da Cisjordânia ocupada. Testemunhas relataram que os colonos atacaram os veículos perto do cruzamento Al-Taneeb, a oeste de Nablus, causando danos a vários carros. Os ataques dos colonos são comuns em todo o território palestiniano ocupado, mas registaram um crescimento exponencial com a ascensão do sionismo religioso ao escalão político israelense.

  • Pelo menos 53 pessoas morreram e outras 357 ficaram feridas em ataques israelenses ocorridos nas últimas 24 horas

    As fontes disseram que muitas vítimas ainda estão presas sob os escombros e nas estradas, pois as equipes de resgate ainda não conseguem alcançá-las.

  • “Voltarão de Gaza cerca de 100 caixões. O que dirão os funcionários que admitiram dias atrás que os acordos oferecidos a Israel há dois meses eram melhores do que os acordos propostos hoje?”

    Escritor israelense Danny Bar-On via Hearts: "Precisamos nos preparar para este dia. Voltarão de Gaza cerca de 100 caixões. O que dirão os funcionários que admitiram dias atrás que os acordos oferecidos a Israel há dois meses eram melhores do que os acordos propostos hoje? E o que dirá o exército? O que diremos? Como nos veremos no espelho?"

  • Governo da Irlanda critica Israel pelo tratamento "totalmente inaceitável" dado à embaixadora após reconhecimento da Palestina

    O vice-primeiro-ministro da Irlanda, Micheál Martin, criticou Israel pelo tratamento "totalmente inaceitável" dado à embaixadora irlandesa Sonya McGuinness, que foi convocada ao Ministério das Relações Exteriores em Jerusalém. A reunião incluiu a exibição de imagens inéditas dos ataques de 7 de outubro do Hamas, o que Martin considerou fora das normas diplomáticas. A Irlanda, junto com a Noruega e a Espanha, reconheceu recentemente o estado palestino, decisão que irritou Israel. Israel avisou sobre "graves consequências" e chamou seus embaixadores de volta para consultas. Martin rejeitou as críticas de Israel, acusando-o de deturpar os pontos de vista irlandeses sobre o conflito.

  • Israel Realiza Nove Massacres Em Gaza, Matando 91 Palestinos Em 24 Horas

    As forças de ocupação israelenses cometeram nove massacres contra famílias na Faixa de Gaza nas últimas 24 horas, resultando na morte de pelo menos 91 palestinos e nos ferimentos de outros 210, de acordo com fontes médicas. As autoridades de saúde locais confirmaram que o número de mortes palestinas pelo ataque israelense desde 7 de outubro subiu para 35.800 mortes relatadas, com mais 80.200 indivíduos feridos. A maioria das vítimas são mulheres e crianças.

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