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  • "O governo terrorista dos eua é avisado: qualquer apoio ou participação em prejudicar os interesses do irã será seguido por uma resposta decisiva e lamentável por parte das forças armadas do irã"

    O ministro da Defesa do Irã, Mohammad Reza Gharaei Ashtiani, fez um alerta enfático, declarando que qualquer país que permita ataques de Israel a partir de seu território enfrentará uma resposta firme. Na noite de hoje (13 de abril), o Irã realizou um contra-ataque com mísseis e drones contra Israel. A Guarda Revolucionária Iraniana denominou o ataque como uma retaliação esperada desde que Israel bombardeou o consulado iraniana em Damasco, na Síria, resultando na morte de sete pessoas e ferimentos em dezenas de outras. A agência de notícias iraniana Fars citou uma fonte que indicou que Teerã estava monitorando de perto as ações da Jordânia, alertando que poderia se tornar "o próximo alvo" caso tomasse qualquer medida pró-Israel. "A resposta do Irã será significativamente mais severa se o regime israelense cometer outro erro", afirmou a missão iraniana nas Nações Unidas, ao mesmo tempo em que alertava os EUA para "manterem distância". No entanto, também declarou que o Irã considerava o assunto encerrado. O líder supremo iraniano, aiatolá Ali Khamenei, escreveu em sua conta X que "o malicioso regime sionista será punido", acrescentando em um vídeo anexo: "Atacar nosso consulado é como atacar nosso solo... Deve ser punido, e será". Em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal iraniana IRNA, a Guarda Revolucionária paramilitar do país reconheceu o lançamento de "dezenas de drones e mísseis contra os territórios ocupados e posições do regime sionista". Numa declaração posterior, a Guarda Revolucionária emitiu um aviso direto aos EUA: "O governo terrorista dos EUA é avisado de que qualquer apoio ou participação em prejudicar os interesses do Irã será seguido por uma resposta decisiva e lamentável por parte das forças armadas do Irã". MOHAMMAD REZA GHARAEI ASHTIANI, MINISTRO DA DEFESA DO IRÃ

  • A Política Anti-Palestina Da Alemanha Proibiu A Entrada Do Médico Palestino-Britânico Ghassan Abu Sittah No País, Onde Ele Estava Agendado Para Discutir O Genocídio Em Uma Conferência Em Berlim

    O médico palestino-britânico Ghassan Abu Sittah foi barrado de entrar na Alemanha, onde estava programado para falar em uma conferência pró-Palestina em Berlim. A conferência foi cancelada, e Abu Sittah foi detido no aeroporto de Berlim, incapaz de comparecer. Ele, que também foi recentemente nomeado reitor da Universidade de Glasgow, expressou sua frustração no Twitter, afirmando que o governo alemão o impediu de entrar no país, silenciando uma testemunha do genocídio em curso em Gaza. Ele mencionou um processo judicial contra a Alemanha devido ao seu apoio a Israel como parte do motivo por trás da proibição. Abu Sittah, que enfrentou bombardeamentos e dificuldades para sair de Gaza, tornou-se uma figura proeminente no tratamento de vítimas palestinas. Ele destacou a escassez médica enfrentada pelos profissionais de saúde em Gaza durante o período de 44 dias em que tratou pacientes, inclusive recorrendo a recursos improvisados como vinagre para realizar cirurgias. Ele deveria falar sobre essas experiências na "Conferência Palestina", que tem sido alvo de críticas de grupos pró-Israel na Alemanha. A Conferência Palestina em Berlim foi cancelada pela polícia após apenas um orador, o jornalista e ativista palestino Hebh Jamal, ter tido a oportunidade de falar. A polícia cortou a eletricidade do local e ameaçou os participantes, indicando que iriam processá-los. Desde os eventos de 7 de outubro e o ataque subsequente de Israel a Gaza, uma atmosfera anti-palestina tem prevalecido na Alemanha. Restrições severas foram impostas às manifestações, incluindo a proibição da exibição da bandeira palestina ou o uso do keffiyeh.

  • Bombardeios Varrem Todo Território Da Faixa De Gaza Hoje, Resultando Em Mais De 10 Mortes E Dezenas De Feridos

    Hoje, pelo menos 10 civis foram mortos e vários ficaram feridos em bombardeios israelenses em várias áreas da Faixa de Gaza. Um ataque visou uma casa na cidade de Gaza, matando cinco civis e ferindo outros 30. Outros dois civis foram mortos e vários ficaram feridos em um bombardeio no norte do campo de Nuseirat. Relatos de fontes médicas indicam que mais civis, incluindo crianças e mulheres, foram mortos e feridos em Beit Hanoun, no norte. Tanques e veículos militares israelenses também foram vistos invadindo uma casa na Faixa central. A manhã começou com intensos ataques aéreos sobre Deir al-Balah, e os corpos de 10 pessoas foram recuperados em diversas áreas de Khan Yunis.

  • Quem Somos Nós

    Kim Il-sung (1912-1994) foi o fundador e o primeiro líder da Coreia do Norte, servindo como seu presidente de 1948 até sua morte em 1994. Ele nasceu Kim Song-ju em 15 de abril de 1912, em Mangyongdae, uma aldeia próxima à capital Pyongyang, que estava sob domínio japonês na época. Desde jovem, Kim Il-sung esteve envolvido em atividades políticas e nacionalistas, participando de movimentos de resistência contra o domínio japonês na Coreia. Durante a Segunda Guerra Mundial, ele liderou unidades guerrilheiras contra as forças japonesas na Manchúria. Após a rendição japonesa em 1945, Kim emergiu como uma figura proeminente na política coreana, liderando o Partido dos Trabalhadores da Coreia e estabelecendo a República Popular Democrática da Coreia (Coreia do Norte) em 1948, com o apoio da União Soviética. Kim Il-sung promoveu uma ideologia conhecida como "Juche", que enfatiza a autossuficiência e a independência nacional, ao mesmo tempo em que mantinha um culto à personalidade em torno de si mesmo. Ele estabeleceu um regime totalitário com controle absoluto sobre todos os aspectos da vida na Coreia do Norte. Durante seu governo, Kim promoveu uma série de políticas econômicas e sociais, incluindo a coletivização da agricultura e a industrialização forçada, mas muitas dessas políticas resultaram em fracassos econômicos e privações para o povo norte-coreano. Externamente, Kim Il-sung buscou unificar a península coreana sob o domínio comunista, liderando a invasão da Coreia do Sul em 1950, desencadeando a Guerra da Coreia. Apesar de inicialmente obter sucesso territorial, o conflito terminou em um impasse e um armistício em 1953. Apesar das críticas e sanções internacionais, Kim Il-sung continuou a governar a Coreia do Norte até sua morte em 8 de julho de 1994. Ele foi sucedido por seu filho Kim Jong-il, que por sua vez foi sucedido por seu neto Kim Jong-un, mantendo a dinastia Kim no poder.

  • Cerca De 14 Prisioneiros Palestinos Morreram Em Prisões Israelenses Desde 7 De Outubro, Em Decorrência De Tortura, Maus-Tratos, Privação De Alimentos E Negligência Médica

    A Sociedade de Prisioneiros Palestinos (PPS) anunciou hoje (8 de março) que o número total de prisioneiros e detentos palestinos que faleceram nas prisões israelenses desde 7 de outubro aumentou para 14. Estas mortes resultaram de tortura, abuso, privação de alimentos, negligência médica, sendo a mais recente o caso de Walid Daqqa. O PPS declarou em comunicado que os meios de comunicação da ocupação divulgaram o assassinato de detentos da Faixa de Gaza em prisões de ocupação. Até o momento, as autoridades de ocupação se recusaram a revelar suas identidades, mantendo-se numa contínua prática de desaparecimento forçado contra os detentos de Gaza após 7 de outubro.

  • Soldados De Israel Impedem O Chamado Para Oração E Restringem Os Fiéis De Realizar Suas Orações Em Bethlehem (Belém), Na Palestina

    Rami Hamamra, Diretor do Conselho da Aldeia de Husan, relatou que as autoridades de ocupação israelenses proibiram o chamado para as orações e impediram os fiéis de realizar as orações de Isha e Tarawih na Mesquita de Abu Bakr. Ele observou que soldados fortemente armados fecharam a mesquita logo cedo, restringindo a circulação dos residentes e forçando os lojistas a fecharem suas lojas. Além disso, a ocupação intensificou o cerco à aldeia de Husan, fechando diversas entradas, estabelecendo postos de controle militares móveis e bloqueando a passagem de veículos palestinos.

  • Ministro Das Relações Exteriores Da Irlanda Denuncia Violações Do Direito Internacional Na Faixa De Gaza

    O ministro das Relações Exteriores da Irlanda, Micheál Martin, enfatizou a gravidade da situação na Faixa de Gaza, destacando que as condições presentes equivalem a violações evidentes do direito internacional. "O que estamos presenciando na Faixa de Gaza neste momento constitui violações flagrantes do direito internacional." Micheál Martin ___ Martin ressaltou a urgência de pôr fim à violência em Gaza, acrescentando que seu país está firmemente a favor de um cessar-fogo imediato na região e da garantia de entrada segura e desimpedida de ajuda humanitária. A população de Gaza, enfrenta uma crise alimentar iminente, diante da grave escassez de alimentos, água, medicamentos e combustíveis.

  • Crianças palestinas sofrem tortura e retaliação em prisões israelenses

    Hoje, em comemoração ao Dia da Criança Palestiniana, organizações de defesa dos direitos humanos alertam para a situação alarmante de mais de 200 crianças palestinas atualmente detidas em prisões israelenses. Dentro dessas estatísticas preocupantes, destaca-se o caso de 23 crianças da Faixa de Gaza encarceradas na prisão de Megido, onde são vítimas de desaparecimentos forçados. Apesar desses números já serem chocantes, os defensores dos prisioneiros afirmam que o cenário pode ser ainda mais grave, com muitas outras crianças em situação de detenção em Gaza. Este ano, especialmente, testemunhou-se um aumento significativo da violência contra crianças palestinas, um reflexo direto da contínua agressão israelense e da guerra em Gaza. Desde o ano passado, as crianças detidas enfrentam medidas retaliatórias impostas pelas autoridades de ocupação israelenses, incluindo isolamento completo do mundo exterior, separação dentro das prisões, privação de itens básicos e alimentação inadequada. Relatos detalhados evidenciam que as crianças enfrentam formas de tortura física e psicológica, incluindo espancamentos brutais. Esta é uma realidade cruel que exige atenção internacional e ação imediata para proteger os direitos dessas crianças, que estão sendo privadas de sua infância e submetidas a uma injustiça intolerável.

  • Após mais de 40 anos de luta, tribunal de anistia concede reconhecimento póstumo a Clarice Herzog, esposa de jornalista Vladimir Herzog, assassinado nos porões da ditadura

    A Comissão de Anistia, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, concedeu anistia política a Clarice Herzog, esposa do jornalista Vladimir Herzog, torturado e morto pela ditadura militar em 1975. O evento ocorreu durante o seminário “60 anos do golpe militar de 64 – Lembrar para que nunca mais se repita”, realizado pela Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados. Apesar de oficialmente declarado como suicídio, evidências indicam que Herzog foi vítima de homicídio. A comissão também votou favoravelmente a uma indenização para Clarice Herzog. Seu filho, Ivo Herzog, explicou que o pedido de anistia foi motivado pela saúde debilitada da mãe, que sofre de Alzheimer em estágio avançado. Clarice Herzog, de 83 anos, após mais de 40 anos de luta, conseguiu uma sentença judicial de culpa do Estado em 1978. Em 2013, o atestado de óbito foi retificado para declarar a morte por violência física. Ivo Herzog, filho de Clarice, esclareceu que sua mãe nunca buscou compensação financeira pela morte de Vladimir Herzog. No entanto, diante da atual necessidade de cuidados médicos intensivos devido à sua saúde debilitada, ele decidiu acionar a comissão de anistia. Após mais de 40 anos de luta, a saúde de Clarice foi gravemente comprometida, sofrendo de Alzheimer em estágio avançado. Isso requer atenção constante de cuidadores, garantindo que ela mantenha um mínimo de dignidade durante seus últimos anos.

  • Após bombardear a embaixada iraniana em damasco, na Síria, força de ocupação sionista afirma que recrutará mais reservistas para o comando de defesa aérea em meio às “ameaças do Irã”

    Na segunda-feira, bombardeios israelenses destruíram a seção consular da embaixada iraniana em Damasco , segundo autoridades sírias e iranianas. Sete membros da Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica, morreram no ataque.

  • Chefe do comando sul (divisão do departamento de defesa dos EUA) visita Argentina

    Na noite de terça-feira (3 de abril), a comandante do Comando Sul dos Estados Unidos (US Southcom), General Laura Richardson, chegou a Buenos Aires para completar uma visita oficial de três dias. O Comando Sul dos Estados Unidos, abreviado como USSOUTHCOM, é um dos comandos unificados do Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Sua principal responsabilidade é conduzir operações militares e promover a cooperação de segurança com países da América Central, América do Sul e Caribe. "Os laços entre as nossas respectivas Forças Armadas estão solidamente estabelecidos, refletindo a profunda relação entre os nossos países." Laura Richardson ___ Richardson expressou o compromisso da Casa Branca em colaborar estreitamente com a Argentina para que os esforços conjuntos de segurança resultem em benefícios duradouros e positivos para os cidadãos, as nações e o hemisfério sul. Segundo o porta-voz da Casa Rosada, Manuel Adorni, Richardson se reunirá com o chefe de gabinete, Nicolás Posse, e com o ministro da Defesa, Luis Petri, em nome do governo, além dos chefes do Estado-Maior Conjunto de Funcionários. Ele afirmou que esta visita ocorre no âmbito das excelentes relações que a Argentina mantém com os Estados Unidos, especialmente com a chegada de Milei ao governo.

  • Jornalista palestina Bayan Abusultan comunica que seu desaparecimento ocorreu após o trauma de enterrar o irmão no quintal de sua casa em Gaza

    A organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) expressou preocupações sobre o paradeiro da jornalista Bayan Abusultan, vista pela última vez em 19 de março em Gaza. Seu desaparecimento levantou preocupações, mas ela recentemente comunicou-se para informar que está viva e em casa. Abusultan é conhecida por denunciar as atrocidades cometidas por Israel em Gaza e enfrentou angústia após enterrar seu irmão. Este não é o primeiro incidente em que a segurança de Abusultan é questionada. Durante um apagão de telecomunicações imposto por Israel em novembro do ano passado, ela escreveu em suas redes sociais: "Quando fico em silêncio por muito tempo, isso significa que não tenho conexão com a Internet, que minha bateria acabou ou que eu morri." Bayan Abusultan ___ A comunidade internacional mantém sua exigência para que Israel cumpra a resolução da ONU para um cessar-fogo imediato, visando preservar vidas civis, entre elas a de jornalistas, que já contabilizam mais de 100 vítimas em pouco mais de 170 ataques israelenses à Faixa de Gaza. Entretanto, a persistência da violência e instabilidade na região coloca milhares de vidas em risco, agravando ainda mais a crise humanitária no enclave palestino.

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