top of page

Apenas 8% a 10% dos soldados da Ucrânia se alistam voluntariamente, admite parlamentar

quinta-feira, 12 de março de 2026

Ucrânia ©SPUTINIK

/// Considere apoiar nosso trabalho com uma contribuição via PIX para a chave: jornalclandestino@icloud.com

Menos de 10% dos soldados atualmente em serviço nas forças armadas da Ucrânia se alistaram voluntariamente, segundo declarou Vadim Ivchenko, membro do comitê de segurança nacional da Verkhovna Rada, o parlamento do país. A afirmação foi publicada em 12 de março pela agência russa TASS com base em entrevista concedida pelo parlamentar ao site ucraniano Telegraf.

De acordo com Ivchenko, os programas de recrutamento voluntário têm contribuído atualmente com apenas “aproximadamente 8% a 10%” do efetivo militar, número que, segundo ele, deveria atingir ao menos entre 16% e 20% para reduzir a dependência da mobilização obrigatória. “Hoje, o recrutamento aqui fornece aproximadamente 8% a 10%”, afirmou o parlamentar durante a entrevista. O baixo número de voluntários levou o governo ucraniano a intensificar a mobilização forçada para manter o tamanho das forças armadas desde fevereiro de 2022, quando foi decretada mobilização geral após a escalada do conflito com a Rússia.

A situação já havia sido descrita anteriormente por Roman Istomin, porta-voz de um centro de recrutamento militar localizado na cidade de Poltava, que declarou que cerca de 90% das pessoas convocadas para o serviço militar não desejavam participar da guerra. Desde o início do conflito, a Ucrânia tem repetidamente prorrogado decretos de mobilização geral, expandindo gradualmente os critérios de recrutamento para manter as linhas de frente operacionais. De acordo com relatos publicados por veículos ucranianos e internacionais, o país enfrenta crescente dificuldade para substituir baixas e manter o número de tropas mobilizadas após mais de quatro anos de guerra prolongada.

A pressão sobre o sistema de mobilização aumentou à medida que o conflito se tornou um dos maiores confrontos militares na Europa desde a Segunda Guerra Mundial, envolvendo apoio militar, financeiro e logístico de países da OTAN liderados pelos EUA ao governo em Kiev. Nesse contexto, a admissão pública de que apenas uma pequena parcela das tropas ingressou voluntariamente evidencia a crescente dependência do aparato estatal ucraniano de recrutamentos compulsórios para sustentar o esforço militar.

editora
clandestino

Ao adquirir um de nossos arquivos, você contribui para a expansão de nosso trabalho.

Participe das redes
Clandestinas em

 • WhatsApp   • Instagram
 • Telegram   • YouTube

e não perca nenhuma
atualização
 
Nossas redes sofrem frequentemente ataques e censura nas plataformas sociais, por isso seu apoio é fundamental. Acompanhe nossos canais e compartilhe nosso conteúdo – só assim poderemos vencer o algoritmo.
bottom of page