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Bombardeio israelense em Jabalia mata 16 palestinos, incluindo crianças

1 de ago. de 2024

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Pelo menos 16 palestinos, entre eles duas crianças e uma mulher, foram mortos na tarde desta quinta-feira (19) após bombardeios aéreos israelenses atingirem residências civis na cidade de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza. O número de feridos ainda está sendo apurado, mas dezenas de pessoas foram levadas a hospitais locais em estado grave, segundo fontes médicas.


As equipes de resgate continuam atuando sob condições extremamente adversas, tentando localizar sobreviventes entre os escombros, apesar da destruição generalizada e da falta de equipamentos adequados. Há temor de que muitas vítimas ainda estejam soterradas, sem acesso imediato à ajuda emergencial devido à continuidade dos ataques e à destruição das vias de acesso.

16 palestinos mortos, incluindo duas crianças e uma mulher, em ataque aéreo israelense em Jabalia. ©WAFA
16 palestinos mortos, incluindo duas crianças e uma mulher, em ataque aéreo israelense em Jabalia. ©WAFA

O bombardeio em Jabalia é mais um capítulo da ofensiva militar israelense em curso desde 7 de outubro de 2023, que já deixou ao menos 55.706 palestinos mortos e mais de 130 mil feridos, de acordo com os dados mais recentes das autoridades locais de saúde.


Apesar dos apelos do Conselho de Segurança da ONU por um cessar-fogo e das ordens provisórias da Corte Internacional de Justiça (CIJ) para evitar atos de genocídio e permitir assistência humanitária, os ataques israelenses seguem intensos e ininterruptos. Organizações internacionais alertam para a deterioração catastrófica das condições de vida na Faixa de Gaza, com infraestruturas civis sendo alvejadas repetidamente, incluindo residências, escolas e hospitais.


A cidade de Jabalia, uma das mais densamente povoadas do enclave, tem sido reiteradamente atingida, o que reforça as acusações de uso indiscriminado da força por parte de Israel em áreas civis. As autoridades palestinas e diversas ONGs apontam que a continuidade dos bombardeios agrava um cenário de crise humanitária extrema, colocando milhares de vidas em risco iminente.


Enquanto as bombas continuam a cair, cresce a pressão internacional por ações concretas que impeçam mais perdas humanas e restaurem a dignidade do povo palestino.

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