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Human Rights Watch acusa forças israelenses de usar fósforo branco no sul do Líbano

segunda-feira, 9 de março de 2026

Munições são levadas para um evento educativo sobre o risco de minas terrestres, em Shebaa, Líbano ©RAMIZ DALLAH I ANADOLU

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A organização internacional Human Rights Watch (HRW) acusou as forças militares israelenses de utilizar fósforo branco em uma aldeia no sul do Líbano, segundo investigação divulgada em 9 de março de 2026. De acordo com o relatório, o uso desse tipo de armamento pode ser considerado ilegal de acordo com normas do direito internacional humanitário quando empregado em áreas habitadas ou de forma indiscriminada. A HRW afirmou que analisou evidências relacionadas ao incidente, mas esclareceu que não foi possível verificar se havia civis presentes na área no momento em que a substância foi utilizada nem confirmar se houve feridos.

A denúncia surge em meio à escalada militar na fronteira entre Israel e Líbano, intensificada no contexto da guerra regional envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Fotografias registradas em 8 de março mostram tanques israelenses posicionados no lado israelense da fronteira norte, enquanto confrontos e trocas de ataques continuam ao longo da região.

Esta não é a primeira vez que organizações de direitos humanos acusam Israel de utilizar fósforo branco em operações militares. Em episódios anteriores, denúncias semelhantes foram feitas durante operações no Líbano e na Faixa de Gaza, embora algumas investigações não tenham conseguido apresentar provas conclusivas do uso da substância em áreas residenciais. Israel não é signatário do Protocolo III da Convenção sobre Certas Armas Convencionais, tratado internacional que restringe o uso de armas incendiárias como o fósforo branco.

Autoridades israelenses historicamente afirmam que a substância pode ser utilizada de forma legal em determinadas circunstâncias militares, como na criação de cortinas de fumaça durante operações de campo.

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