

8 de mar. de 2026
'Uma pessoa muito perigosa': Pete Hegseth se deleita com a carnificina da guerra no Irã
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Pete Hegseth, ex-apresentador da Fox News e agora secretário de Defesa dos EUA, tornou-se a figura central da guerra conduzida pelo presidente Donald Trump contra o Irã em março de 2026. Em coletiva no Pentágono, Hegseth descreveu ataques aéreos com linguagem belicosa e performática: "Morte e destruição vindas do céu o dia todo", afirmando que a guerra não deveria ser justa e que os inimigos seriam atacados "enquanto estão caídos".
Críticos, incluindo Janessa Goldbeck, veterana do Corpo de Fuzileiros Navais, alertam que ele é "uma pessoa muito perigosa", com histórico de nacionalismo cristão e autoridade total sobre o arsenal estadunidense. Hegseth serviu na Guarda Nacional do Exército dos EUA, participou de missões em Guantánamo, Iraque e Afeganistão, e como diretor executivo da Concerned Veterans for America foi acusado de má gestão financeira e conduta imprópria.
Sua trajetória midiática incluiu defesa de Trump e comentários controversos sobre violência e guerra civil em caso de derrota democrata. Ele exibe tatuagens ligadas às Cruzadas, cultiva uma estética hipermasculina e promove visões de nacionalismo cristão que influenciam sua condução da guerra.
Críticos alertam para o risco de transformar o Pentágono em palco de cruzada ideológica, enquanto mais de 200 queixas de militares relatam doutrinação religiosa extremista em nome do cristianismo. Hegseth defende que as forças armadas estão à disposição de um plano divino de Trump, desconsiderando protocolos tradicionais de estratégia militar e normas humanitárias.
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