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O Ministério da Inteligência do Irã anunciou, em 15 de março de 2026, a prisão de 18 indivíduos acusados de atuar como mercenários da rede Iran International, veículo classificado pelo governo iraniano como ligado a interesses israelenses e estadunidenses.
Segundo comunicado oficial, os detidos teriam enviado imagens de locais bombardeados, bem como informações sobre posições de equipes de resgate e postos de controle, contribuindo diretamente para operações militares inimigas.
As autoridades informaram ainda que medidas legais foram adotadas contra outros 21 suspeitos e que novas detenções podem ocorrer. O governo alertou que, conforme diretrizes do Conselho Supremo de Segurança Nacional, indivíduos que atuarem como “quinta coluna” durante o conflito poderão enfrentar as punições mais severas previstas em lei.
O porta-voz militar Ebrahim Zolfaqari afirmou que a Iran International utiliza infraestrutura de satélite e apoio regional para “fabricar mentiras, espalhar boatos e promover guerra psicológica” em alinhamento com objetivos estadunidenses e israelenses.
A rede, financiada pela Arábia Saudita, foi classificada como organização terrorista pelo Irã desde 2022, acusada de incitar violência durante protestos internos. O caso ocorre no contexto da guerra iniciada em 28 de fevereiro, que já deixou mais de 1.400 mortos no Irã, evidenciando o papel estratégico da informação e da mídia como instrumento de guerra contemporânea.
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