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O processo judicial aberto por três adolescentes do Tennessee contra a empresa xAI, de Elon Musk, expõe os riscos da geração em massa de imagens sexuais não consensuais por inteligência artificial.
A ferramenta Grok teria transformado fotos das vítimas, algumas provenientes de anuários e fotos de formatura, em imagens sexualizadas de menores de idade, que circularam em servidores do Discord e Telegram, sendo usadas para obter mais material de abuso infantil.
Segundo a denúncia, “A xAI e seu fundador, Elon Musk viram uma oportunidade de negócio: lucrar com a exploração sexual de pessoas reais, incluindo crianças”.
O Centro de Combate ao Ódio Digital revelou que, em apenas 11 dias, o Grok gerou cerca de 3 milhões de imagens sexualizadas, das quais 23 mil possivelmente retratavam menores.
A pressão de 35 procuradores-gerais estadunidenses, além de órgãos da União Europeia e do Reino Unido, exigiu que Musk impedisse a criação de imagens de abuso sexual infantil.
Apesar de algumas restrições a usuários pagos em janeiro de 2026, as ferramentas de geração continuam disponíveis, mantendo o risco de exploração digital.
A advogada Annika K. Martin questionou diretamente Musk: “Imagine a voz do seu filho gritando em vídeo. Você consegue imaginar isso acontecendo com seu filho e se sentir bem com o que fez?”.
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