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O aprofundamento da ofensiva militar contra o Irã já cobra um preço direto nos cofres públicos do regime israelense, que passou a cortar orçamentos de ministérios diante do impacto financeiro crescente da guerra iniciada em 28 de fevereiro. Segundo a emissora Canal 12, alinhada ao governo, os custos diretos da operação militar já atingiram cerca de US$ 7 bilhões até 16 de março de 2026, valor que continua em rápida expansão conforme a escalada se prolonga.

A pressão orçamentária expõe a fragilidade estrutural de uma estratégia militar sustentada por gastos massivos e dependência de apoio externo, especialmente dos Estados Unidos. Do lado estadunidense, o diretor do Conselho Econômico da Casa Branca confirmou que Washington já gastou ao menos US$ 12 bilhões na mesma campanha, sem detalhar a composição dessas despesas, o que levanta questionamentos sobre a transparência e a alocação de recursos públicos em operações militares externas.

Desde o início da agressão, as Forças Armadas iranianas responderam com ataques coordenados de mísseis e drones contra territórios ocupados por Israel e bases militares estadunidenses em países vizinhos, ampliando o custo operacional da guerra para ambos os lados. Relatórios indicam que Israel e os Estados Unidos consumiram, nos primeiros dias da ofensiva, estoques estratégicos acumulados ao longo de anos.

Em contraste, autoridades iranianas afirmam que o país está preparado para sustentar um conflito prolongado, apostando em sua capacidade de produção militar interna e em uma estratégia de desgaste.

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