
28 de mar. de 2026
MODO DE NAVEGAÇÃO
Em Miami, no dia 27 de março de 2026, durante a conferência Future Investment Initiative, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dirigiu-se ao príncipe herdeiro saudita, Mohammed bin Salman, instando-o a aderir aos Acordos de Abraão, que formalizam a normalização das relações entre países do Oriente Médio e Israel. Trump argumentou que as justificativas para o adiamento da adesão não existem mais após a contenção do Irã, afirmando: "Já fizemos isso... Tiramos eles (os iranianos) do jogo em grande parte, e é hora de aderir aos Acordos de Abraão". O presidente estadunidense descreveu o momento como histórico, capaz de expandir os acordos não apenas na região, mas potencialmente a países externos, consolidando um "novo Oriente Médio" pós-ameaça iraniana. Trump elogiou os países que assinaram os acordos durante seu primeiro mandato, qualificando-os de "corajosos" e ressaltando ganhos econômicos significativos. O presidente destacou também o príncipe herdeiro como "um cara fantástico e um grande amigo", um "guerreiro" que enfrentou o Irã apesar das ameaças e um "vencedor" que merece seus títulos e a posição de futuro rei da Arábia Saudita. Em contraste, Trump expressou decepção com aliados da OTAN, considerando Riad "muito cooperativa" em operações militares, mesmo sob ataques de mísseis "inesperados". No campo econômico e militar, Trump mencionou potenciais investimentos sauditas nos EUA próximos de um trilhão de dólares e a assinatura do "maior acordo de defesa da história americana", avaliado em 142 bilhões de dólares, incluindo caças furtivos F-35. O presidente enfatizou sua relação pessoal com o Rei Salman bin Abdulaziz, descrevendo-o como um "grande homem" e lembrando o forte laço construído desde sua primeira visita ao Reino, que segundo Trump, transformou os Estados Unidos de um "país morto" em um destino atrativo para investimentos. Concluindo, Trump reafirmou seu compromisso em consolidar seu legado como um "grande pacificador", vinculando a eliminação da ameaça iraniana à abertura de novas alianças regionais e à expansão dos Acordos de Abraão, reforçando a posição estadunidense como árbitro e principal interveniente no Oriente Médio.
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