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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua plataforma Truth Social em 21 de março de 2026 para comemorar a morte do ex-diretor do FBI Robert Mueller, falecido aos 81 anos, em uma declaração que evidencia a radicalização do discurso político estadunidense. “Robert Mueller acaba de morrer. Ótimo, fico feliz que ele esteja morto. Ele não pode mais prejudicar pessoas inocentes!”, escreveu Trump, assinando a mensagem com seu nome completo.
A morte de Mueller foi confirmada pela família em comunicado à Associated Press, que pediu respeito à privacidade no momento de luto. O ex-diretor do FBI enfrentava complicações decorrentes da doença de Parkinson, diagnosticada em 2021, condição que levou à sua aposentadoria definitiva em 2022 após décadas de atuação no sistema judicial e de segurança nacional dos Estados Unidos.
A reação de Trump remonta a um histórico de conflito político iniciado em 2017, quando Mueller foi nomeado conselheiro especial do Departamento de Justiça para investigar a interferência russa nas eleições presidenciais de 2016. A investigação, concluída em março de 2019, não encontrou provas suficientes de conspiração direta entre a campanha de Trump e o governo russo, mas aprofundou a polarização política no país e alimentou ataques sistemáticos do então e atual presidente contra instituições consideradas adversárias.
Mueller havia sido nomeado diretor do FBI pelo presidente George W. Bush e assumiu o cargo poucos dias antes dos ataques de 11 de setembro de 2001, liderando a agência durante um dos períodos mais críticos da política de segurança nacional estadunidense. Com formação em Princeton e mestrado em relações internacionais, também serviu no Corpo de Fuzileiros Navais durante a guerra do Vietnã, onde foi condecorado com a Estrela de Bronze e o Coração Púrpura.
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