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O governo do presidente Lula intensificou em março de 2026 as ações de fiscalização no setor de combustíveis, em resposta à escalada dos preços internacionais do petróleo e à crescente infiltração do crime organizado na cadeia de distribuição. Em operação realizada no dia 16, a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autuou 93 estabelecimentos por irregularidades e interditou 21 deles total ou parcialmente, além de coletar 155 amostras para análise técnica.

A iniciativa integra um pacote mais amplo de medidas para conter impactos da crise energética global, agravada pela ofensiva militar liderada pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, iniciada em 28 de fevereiro com o martírio de Ali Khamenei.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que o governo monitorará práticas como armazenamento injustificável e aumentos abusivos de preços, estabelecendo “critérios objetivos” para punição. Entre as medidas adotadas estão a isenção de PIS/Cofins sobre o diesel, subsídios temporários a produtores e importadores e a criação de imposto sobre exportação de petróleo para compensar perdas fiscais.

Segundo a Polícia Federal, cerca de mil postos no país, especialmente em São Paulo, têm ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC). A ANP também reforçou a fiscalização sobre transparência de preços e volume fornecido, enquanto órgãos como Inmetro e Senacon atuam em conjunto.

O objetivo declarado é impedir que a volatilidade internacional seja transferida integralmente ao consumidor, protegendo o poder de compra da população.

O barril do petróleo Brent atingiu US$ 101,07, enquanto a Petrobras anunciou reajuste de 0,38% no diesel em 13 de março. A crise também pressiona a política monetária, com expectativa de redução da taxa Selic de 15% para 14,75%.

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