

28 de mar. de 2026
Netanyahu justificou a medida alegando a necessidade de frustrar supostas ameaças de invasão e desviar o fogo da resistência da fronteira. No entanto, em suas declarações, ele admitiu que busca replicar o “modelo de ocupação de Gaza”, vangloriando-se de já ter criado três cinturões de segurança “em território inimigo”: na Faixa de Gaza (onde ocupa mais da metade do território), na Síria e agora no Líbano.
Al Mayadeen
MODO DE NAVEGAÇÃO
Na madrugada de 28 de março de 2026, prédios de pesquisa e ensino da Universidade de Ciência e Tecnologia em Teerã foram atacados por forças estadunidenses e israelenses. Apesar de danos estruturais, não houve vítimas humanas.
Mehdi Tabatabaei, assessor de relações públicas do presidente iraniano, afirmou que tais agressões acadêmicas, junto ao massacre na Escola Shajar Tayyiba Minab, representam “uma nova página no registro de crimes” contra o Irã. Em postagem na plataforma “X”, Tabatabaei comparou os ataques a eventos históricos enfrentados pelo país, lembrando que “o Grande Irã historicamente enfrentou ataques semelhantes, mas nenhum vestígio resta das tribos de Genghis Khan e Timur, enquanto o Irã permanece imortal”.
Desde 28 de fevereiro de 2026, bombardeios estadunidenses e israelenses têm atingido áreas civis, residenciais e infraestrutura, incluindo mais de 600 escolas destruídas, resultando na morte e ferimentos de mais de 1.000 estudantes e professores.
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