

Irã destrói grande parte das capacidades de radar dos EUA e de Israel
terça-feira, 10 de março de 2026
MQ-9 Reaper da Força Aérea dos EUA
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O brigadeiro-general Mohammad Akraminia, porta-voz do Exército iraniano, anunciou na terça-feira, 10 de março de 2026, a destruição de sistemas de vigilância dos Estados Unidos e de Israel, salientando que essa conquista permitiu que drones iranianos avançados penetrassem as defesas aéreas com mais facilidade do que no passado. “Os drones avançados e de fabricação nacional do Exército, apoiados por tecnologia moderna e sistemas de orientação atualizados, atuaram de forma eficaz na destruição de posições inimigas”, afirmou o general Akraminia. Ele acrescentou que o Exército iraniano e o Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica (IRGC) agora estão atingindo alvos inimigos com maior precisão devido à deterioração de seus sistemas de alerta antecipado.
O general Akraminia também condenou o uso do espaço aéreo iraquiano pelas forças sionistas-americanas, afirmando que, apesar das objeções do governo iraquiano, essas forças continuam a usar o espaço aéreo do país vizinho para realizar ataques contra o Irã, em violação do direito internacional. “O Exército da República Islâmica do Irã responderá a qualquer agressão ou ameaça de forma proporcional, rápida e decisiva”, advertiu ele. Segundo avaliações de inteligência publicadas pela mídia iraniana, aproximadamente metade dos sistemas de radar utilizados pelas forças americanas e israelenses na região foram destruídos, e a outra metade apresenta graves interferências e fragilidades operacionais.
Relatórios ainda indicam que o inimigo enfrenta escassez de munição, tendo consumido 75% de suas reservas disponíveis, enquanto os Estados Unidos começaram a transferir equipamentos de defesa antimíssil do Leste Asiático para o Oeste Asiático a fim de compensar as perdas.
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