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Em 18 de março de 2026, a votação do Projeto de Lei 67/25, da deputada Daiana Santos (PCdoB-RS), foi travada na Comissão de Trabalho da Câmara dos Deputados antes mesmo de ser debatida. O PL propõe a jornada 5×2 sem redução salarial, enfrentando resistência direta das entidades patronais, que atuam para impedir a votação com o argumento de impactos econômicos e prudência.
Nos bastidores, o objetivo dos setores da indústria, comércio, agronegócio e sistema financeiro é adiar a decisão para após as eleições de outubro, evitando risco real de derrota.
O episódio expõe a captura do processo legislativo pelo poder econômico, que impede o confronto democrático de ideias, mantendo a escala 6×1 por inércia política.
Historicamente, a redução da jornada de trabalho é uma das pautas estruturantes para a qualidade de vida do trabalhador, deslocando o debate da produtividade para a disputa pelo tempo de existência dos indivíduos.
Sem mobilização social organizada, a tendência é que a proposta seja arquivada informalmente e a escala 6×1 continue como norma.
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