

30 de mar. de 2026
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A refinaria em Haifa após ter sido alvo de um míssil iraniano.
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A mídia israelense relatou em 30 de março de 2026 que um ataque conjunto conduzido pelo Irã e pelo Hezbollah atingiu múltiplos alvos estratégicos em territórios sob ocupação israelense, incluindo refinarias de petróleo na cidade de Haifa, marcando uma nova fase da escalada regional após o martírio de Ali Khamenei, ocorrido em 1º de março de 2026 durante uma agressão coordenada entre forças estadunidenses e israelenses contra o território iraniano.
De acordo com os relatos, ao menos cinco pontos de impacto foram registrados em Haifa e arredores, incluindo danos diretos a refinarias e a um edifício pertencente à empresa Bazan, peça central na infraestrutura energética local.
O Ministério da Saúde israelense confirmou a entrada de 232 feridos em hospitais nas últimas 24 horas, sendo dois em estado grave, evidenciando o impacto da ofensiva. Simultaneamente, sirenes foram ativadas em diversas regiões, incluindo Netanya, Baixa Galileia e Tiberíades, enquanto a televisão estatal iraniana anunciou o lançamento de uma nova salva de mísseis pelas forças armadas do país, no âmbito da operação Promessa Verdadeira 4, conduzida pelo Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica.
Correspondentes relataram também o disparo de mísseis de alta precisão a partir do sul do Líbano, indicando coordenação direta entre os eixos de resistência regionais. O ataque ocorre em um contexto de crescente confronto após semanas de agressões contra infraestruturas iranianas, incluindo instalações energéticas em Isfahan e Khorramshahr, atribuídas a ações conjuntas entre Israel e os Estados Unidos.
A ofensiva também reflete o aprofundamento da estratégia iraniana de resposta assimétrica, ampliando o teatro de operações para além do território nacional e atingindo centros econômicos e militares considerados vitais para Israel.
Em meio à escalada, declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicaram tentativas de pressionar aliados regionais a aderirem aos chamados “Acordos de Abraão”, enquanto ameaças de intensificação militar continuam sendo utilizadas como instrumento de coerção geopolítica.
A sequência de eventos evidencia a interligação entre o genocídio em curso contra a população palestina, a presença militar estadunidense no Oriente Médio e a resposta coordenada de forças de resistência, consolidando um cenário de conflito regional ampliado com impactos diretos sobre infraestrutura estratégica e equilíbrio energético global.
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