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Protestos nos EUA exigem o fim imediato das operações militares de Trump contra o Irã

segunda-feira, 9 de março de 2026

Protestos contra a guerra de Trump contra o Irã. @AL JAZEERA

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Protestos contra a guerra conduzida pelo governo estadunidense e por Israel contra o Irã ocorreram em mais de 50 cidades dos Estados Unidos durante o fim de semana de 7 e 8 de março de 2026, enquanto o conflito militar iniciado em 28 de fevereiro entrava em sua segunda semana. Em Manhattan, centenas de manifestantes se reuniram na Union Square entoando slogans como “A maior ameaça no mundo hoje: Donald Trump e os EUA” e “Trump diz mais guerra, nós dizemos basta”. Cartazes exibiam frases como “Tirem as mãos do Irã”, “Não a uma nova guerra dos EUA no Oriente Médio” e “Dinheiro para as necessidades do povo, não para a guerra com o Irã”.

Maya, uma das participantes entrevistadas pela agência Xinhua, afirmou que “esta é uma guerra injusta”, acrescentando que se trata de mais uma tentativa de mudança de regime motivada por interesses geopolíticos e econômicos. Ela afirmou ainda que o país estaria gastando cerca de um bilhão de dólares por dia no conflito, recursos que poderiam ser direcionados para saúde pública, creches ou transporte. Outra manifestante, Maggie Morales, declarou que a guerra “não beneficia o povo dos Estados Unidos” e apenas aumenta os riscos de instabilidade.

Em discursos durante os atos, oradores acusaram os bombardeios de violarem o direito internacional e criticaram o Congresso por não ter aprovado resoluções para interromper as operações militares. Andre Easton, morador do Bronx, denunciou a incapacidade do sistema político estadunidense de conter a escalada militar e afirmou que somente a mobilização popular poderá interromper o ciclo de intervenções externas.

Em Los Angeles, centenas de pessoas se concentraram diante da prefeitura com bandeiras iranianas e cartazes afirmando que “Bombardear o Irã é um crime”. Manifestantes também criticaram o impacto humanitário da ofensiva, que provocou contra-ataques iranianos com mísseis e drones contra instalações militares e infraestruturas associadas aos EUA no Oriente Médio, ampliando as tensões regionais e internacionais.

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