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O Hezbollah declarou em 17 de março de 2026 que não possui qualquer presença operacional no Kuwait, rejeitando as acusações feitas pelo Ministério do Interior do país, que anunciou a detenção de 16 pessoas suspeitas de planejar ações de sabotagem com suposta ligação ao grupo.

Em comunicado oficial, a organização afirmou que “nega categoricamente (...) o conteúdo das acusações”, classificando-as como “alegações infundadas”, e reiterou que “não tem membros ou programas de formação no Kuwait”, defendendo ainda a estabilidade e a segurança do país.

As detenções, anunciadas na segunda-feira, envolveram 14 cidadãos kuwaitianos e dois libaneses, acusados de tentar “desestabilizar a segurança” do Estado, segundo autoridades locais. Em contraste, o ministro das Relações Exteriores do Líbano, Youssef Raggi, declarou que o governo libanês “condena veementemente o plano terrorista contra a soberania e a segurança do Kuwait, e o envolvimento do Hezbollah”, além de expressar “total solidariedade” ao Kuwait e disposição para cooperar com investigações.

O episódio ocorre em meio à escalada regional desencadeada em 28 de fevereiro de 2026, quando forças estadunidenses e israelenses iniciaram ataques contra o Irã, provocando uma resposta militar iraniana e ampliando o conflito para diferentes países da região. Desde 2 de março, forças libanesas ligadas ao Hezbollah retomaram ataques contra Israel.

Segundo o governo de Beirute, ao menos 912 pessoas morreram no Líbano, incluindo 111 crianças, e mais de um milhão foram deslocadas, revelando o impacto humanitário da ofensiva. Em paralelo, o governo libanês proibiu as atividades militares do Hezbollah no início de março, sob pressão direta de Israel, que ameaça intensificar suas operações caso o grupo não seja contido internamente.

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