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Israel reforça segurança da residência de Netanyahu com medo da retaliação iraniana

segunda-feira, 9 de março de 2026

Netanyahu

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A agência de segurança interna israelense Shin Bet reforçou as medidas de proteção em torno da residência do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu em Jerusalém ocupada após avaliações de risco relacionadas a possíveis ataques retaliatórios iranianos. Segundo relatos da mídia israelense divulgados em 9 de março de 2026, o órgão iniciou operações de vigilância com drones ao redor da residência oficial do primeiro-ministro, enquanto medidas adicionais de segurança foram implementadas para proteger membros do gabinete de segurança israelense.

Algumas autoridades consideradas de maior risco passaram a receber veículos blindados, medida reservada apenas a altos funcionários sob ameaça significativa. De acordo com reportagens do canal I24, familiares de determinados ministros de alto escalão foram transferidos temporariamente de suas casas para apartamentos fortificados, enquanto outras famílias foram acomodadas em hotéis sob proteção reforçada.

Nos bastidores do governo israelense, ministros que não foram incluídos nessas medidas criticaram a disparidade nas avaliações de risco. O Shin Bet também atualizou orientações de segurança relacionadas ao uso de telefones celulares por autoridades governamentais após avaliações de inteligência que indicariam possíveis tentativas de ataques cibernéticos ou campanhas de phishing atribuídas ao Irã.

A preocupação com a segurança da residência de Netanyahu não é inédita: em outubro de 2024, um drone lançado do Líbano atingiu a residência privada do primeiro-ministro em Cesareia, embora ele não estivesse no local no momento do incidente. Dois outros drones lançados durante o mesmo episódio foram interceptados pelas defesas israelenses.

As medidas atuais ocorrem no contexto de uma guerra regional iniciada após ataques militares conjuntos conduzidos por Israel e pelos Estados Unidos contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026. Segundo dados divulgados pela imprensa regional, os bombardeios já resultaram na morte de pelo menos 1.255 iranianos. Paralelamente, Israel mantém operações militares contra o Líbano, onde ataques israelenses nas últimas semanas mataram quase 400 pessoas e deslocaram mais de meio milhão de libaneses, ampliando o cenário de instabilidade regional.

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