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O ministro das Relações Exteriores do Irã, Seyed Abbas Araghchi, exigiu a responsabilização internacional de Israel por ataques a instalações de armazenamento de combustível em Teerã, classificando-os como crimes de guerra e “ecocídio”.
Em declaração publicada em 16 de março de 2026, Araghchi afirmou que “Israel deve ser punido por seus crimes de guerra”, destacando que os bombardeios violam o direito internacional e geram impactos ambientais de longo prazo.
Segundo o ministro, a contaminação do solo e das águas subterrâneas poderá afetar gerações, além de causar danos diretos à saúde da população.
Os ataques ocorreram como parte da ofensiva conjunta entre Estados Unidos e Israel iniciada em 28 de fevereiro, que também atingiu infraestrutura energética iraniana. O governo iraniano classificou essas ações como equivalentes a uma “guerra química deliberada”, ampliando a gravidade das acusações no campo jurídico internacional.
As Forças Armadas do Irã alertaram que qualquer novo ataque à sua infraestrutura energética resultará em retaliações diretas contra ativos petrolíferos de empresas com participação estadunidense na região.
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