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SEM NOÇÃO: Zelensky oferece drones que não defenderam a Ucrânia contra a Rússia para que os EUA defendam suas bases no Oriente Médio contra o Irã, em troca de equipamentos dos EUA para se “defender” da Rússia

segunda-feira, 9 de março de 2026

Zelensky

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O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, declarou em 9 de março de 2026 que Kiev está disposta a fornecer sistemas e conhecimento técnico de defesa aérea para países do Oriente Médio aliados aos Estados Unidos que enfrentam ataques iranianos com drones e mísseis. A proposta inclui o envio de drones interceptores de baixo custo desenvolvidos durante a guerra contra a Rússia, que começou em fevereiro de 2022 e já dura quatro anos.

Segundo Zelensky, os Estados Unidos solicitaram apoio específico para proteger instalações militares e tropas estacionadas em países da região contra drones do tipo Shahed. Esses drones kamikaze, como o Shahed-136, possuem cerca de 3,5 metros de comprimento e custam entre 20 mil e 35 mil dólares por unidade, sendo guiados por GPS para atingir alvos fixos com cargas explosivas. Em contraste, os interceptores utilizados por sistemas como Patriot Advanced Capability-2 e PAC-3 custam milhões de dólares por disparo, levantando preocupações sobre o esgotamento dos estoques estadunidenses.

Durante a guerra entre Irã, Estados Unidos e Israel iniciada em 28 de fevereiro de 2026, drones e mísseis atingiram ou foram direcionados a instalações associadas aos EUA em Kuwait, Bahrein, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. Zelensky afirmou que a Ucrânia desenvolveu experiência única no combate a esses drones e que especialistas ucranianos já foram enviados à Jordânia para proteger bases militares estadunidenses. Em troca da assistência, Kiev propõe receber sistemas avançados como mísseis Patriot adicionais para fortalecer suas próprias defesas contra ataques russos.

Países europeus como Reino Unido, França, Espanha, Portugal, Grécia e Itália também anunciaram envio de recursos defensivos para aliados no Golfo, enquanto analistas destacam que a escalada regional pode beneficiar a Rússia com aumento dos preços do petróleo e redirecionamento de recursos militares ocidentais para o Oriente Médio.

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