"Independentemente dos sacrifícios, não abandonaremos o campo de resistência." Sheikh Naim Qassem secretário-geral do Hezbollah
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O líder da Revolução Islâmica do Irã, Sayyed Ali Khamenei, foi morto na madrugada de sábado após um ataque descrito como americano-israelense contra a chamada “Casa da Liderança”, em Teerã. A informação foi divulgada às 13h30 (horário local) pela rede Al Mayadeen, com base em comunicado oficial do Hezbollah. O secretário-geral do grupo libanês, Sheikh Naim Qassem, confirmou o martírio de Khamenei e classificou o episódio como “o ápice da criminalidade”. Segundo o dirigente, o líder iraniano foi atingido enquanto exercia suas funções no local de trabalho.
Em nota, Sheikh Naim Qassem declarou: “Nós, do Hezbollah e da Resistência Islâmica no Líbano, e todos os apoiadores desta autêntica linha de Khomeini, continuaremos o caminho com determinação, firmeza e um espírito de martírio que não conhece o cansaço ou o tédio, e não aceita a humilhação, e estaremos sempre na vanguarda dos mujahidin para libertar a terra e o povo, seguindo o caminho do mestre dos mártires da nação, Sayyid Hassan Nasrallah”.

O dirigente acrescentou: “Cumpriremos nosso dever ao confrontar a agressão, confiantes na vitória, na orientação e no apoio de Deus… Independentemente dos sacrifícios, não abandonaremos o campo de batalha da honra, da resistência e do confronto com o tirano americano e a criminalidade sionista para defender nossa terra, nossa dignidade e nossas escolhas independentes.”
Ainda segundo Qassem, “o ataque contra o Sr. Khamenei e um grupo de líderes, funcionários e pessoas inocentes do povo iraniano pela tirânica agressão americana e sionista é o ápice da criminalidade, e esse assassinato é uma mancha de vergonha na testa de toda a humanidade”. O Hezbollah também convocou uma manifestação em massa para a tarde de domingo nos subúrbios do sul de Beirute, reduto político da organização, “para comemorar o martírio do líder e inspiração da nação e para apoiar o Irã”.
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