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25 de mar. de 2026

Lula entrega 2.215 casas e amplia Minha Casa, Minha Vida como resposta ao déficit habitacional

Lula, presidente do Brasil

MODO DE NAVEGAÇÃO

O governo federal realizou em 24 de março de 2026 a entrega simultânea de 2.215 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida, beneficiando mais de 8,8 mil pessoas em diferentes regiões do país, ao mesmo tempo em que anunciou a ampliação das faixas de renda para acesso ao programa, consolidando uma estratégia de expansão da política habitacional como instrumento de inclusão social e dinamização econômica.

As entregas ocorreram em Santarém (PA), Dias d’Ávila (BA), Rio Largo (AL) e São Brás (AL), com investimento total que ultrapassa R$ 206 milhões, sendo a maior parte destinada ao município paraense, que recebeu 1.408 apartamentos com aporte de R$ 116,3 milhões.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da cerimônia no Palácio do Planalto e destacou o caráter essencial da política habitacional ao afirmar: “Não há nada mais sagrado para um homem e uma mulher do que ter sua própria casa”. Ao lado de ministros como Rui Costa e Jader Filho, Lula reforçou o compromisso de acelerar entregas mesmo em contexto eleitoral, afirmando que pretende “entregar o máximo de casas” até o fim do mandato.

Criado em 2009, o programa foi relançado em 2023 após sofrer descontinuidade em gestões anteriores, retomando seu papel central no enfrentamento do déficit habitacional brasileiro. Além do impacto social direto, o programa movimenta a economia ao impulsionar o setor da construção civil, responsável por cerca de 10% do PIB nacional e pela geração de empregos em larga escala.

O Conselho Curador do FGTS aprovou simultaneamente a ampliação das faixas de renda, elevando o limite da Faixa 1 para R$ 3.200, da Faixa 2 para R$ 5 mil, da Faixa 3 para R$ 9.600 e criando condições para a Faixa 4 alcançar R$ 13 mil, incorporando setores da classe média anteriormente excluídos. A medida deve beneficiar imediatamente cerca de 87,5 mil famílias com redução de juros, além de incluir 31,3 mil novas famílias na Faixa 3 e 8,2 mil na Faixa 4.

Um exemplo citado pelo governo mostra que uma família com renda de R$ 4.900 terá redução da taxa de juros de 7,66% para 6,5% e aumento do limite de financiamento de R$ 178 mil para R$ 202 mil. Segundo o ministro Jader Filho, a ampliação representa “a possibilidade de mais famílias terem acesso ao sonho da casa própria”.

O governo projeta alcançar 3 milhões de moradias contratadas até o fim do mandato, superando a meta inicial de 2 milhões, além de preparar o lançamento do Minha Casa, Minha Vida Classe Média, previsto para maio, com meta de atender 120 mil famílias.

A política habitacional é apresentada como eixo estruturante de reconstrução social e econômica, contrapondo-se ao histórico de desmonte de políticas públicas e reforçando o papel do Estado como agente central na garantia de direitos básicos.

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