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Conheça o "Lucha" um movimento humanitário na República Democrática do Congo

Em 1º de maio de 2012, na República Democrática do Congo, nascia um movimento diferente. Em Goma, jovens indignados e cansados do caos do país decidiram se organizar em busca de mudanças reais: assim nasceu a Lucha. Apartidário e não violento, o movimento reúne cidadãos que acreditam no poder da população para transformar a realidade. A ausência do Estado, o desgaste de ONGs limitadas a paliativos, e o peso desproporcional sobre uma população que espera por um futuro melhor levaram a juventude congolesa a tomar as rédeas de seu destino.


LUCHA em ação...



O movimento LUCHA é baseado em três pilares

  • O apego inabalável ao Congo;

  • A consciência de que cabe às filhas e aos filhos do Congo e a mais ninguém cumprir o destino desta grande nação;

  • A vontade e determinação para assumir as responsabilidades que decorrem deste apego e consciência, custe o que custar.


Lucha busca o advento de um Congo novo, unido e pacífico. Em prol da dignidade humana e justiça social, a Lucha estabelece frentes de ação que, em 2019, incluíram a segurança e o fim dos massacres em Beni, a educação cívica e a luta por melhorias nas condições básicas de vida.


Os ativistas, com média de 30 anos, cresceram entre guerras e conflitos, o que moldou sua visão e compromisso com a integridade, honestidade, unidade e patriotismo. A organização da Lucha é horizontal, sem um líder, promovendo uma verdadeira igualdade entre os membros. Suas ações são planejadas por cinco células temáticas que coordenam as atividades desde a comunicação e segurança até a solidariedade e documentação.


A Lucha não apenas sonha, mas também atua, espalhando suas seções por todo o Congo, mantendo viva a chama de um país autônomo, onde cada cidadão possa viver com dignidade e justiça. Com base nos ideais de Patrice Lumumba e no princípio da não violência, a Lucha caminha para concretizar um Congo melhor para as gerações futuras.



O interesse de Justin pela luta social surgiu na infância. Desde 2015, aos 10 anos, ele tomou conhecimento da LUCHA e da repressão intensa sofrida por seus militantes. Profundamente indignado pelo assassinato de Luc Nkulula em 2018, Justin desejava seguir com sua luta, mas, por ser menor de idade, isso não era possível. Assim, encontrou na escrita uma forma de resistência, usando o slam e a poesia para denunciar injustiças. Em 2022, Justin finalmente se uniu à LUCHA. Apesar de sua deficiência física, ele continua, com coragem, a lutar no capítulo local da LUCHA em Goma, em prol de um Novo Congo.



Conheça mais sobre o LUCHA em:


@luchardc



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