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Forças de ocupação israelenses intensificam incursões na Cisjordânia, prendendo acadêmicos, MULHERES, ex-parlamentares e jovens

As forças de ocupação israelenses realizaram uma série de operações na Cisjordânia na segunda-feira (3), prendendo palestinos em várias cidades e vilas, incluindo acadêmicos, mulheres e ex-parlamentares. Entre os detidos estão a professora Manal Al-Hajj Hamad Badrasawi, da Universidade An-Najah, e o ex-deputado Omar Abdel Razek, da aldeia de Marda, na província de Salfit.


Presidio (Centro de tortura de prisioneiros palestinos) de Ketziot
Presidio (Centro de tortura de prisioneiros palestinos) de Ketziot

Durante as incursões, dois palestinos foram mortos. Um deles é Jamil Atef Hanani, de 17 anos, ferido por disparos das forças israelenses a leste de Nablus, e o outro é um homem de 35 anos baleado por colonos ao norte de Hebron. Além das prisões e mortes, houve relatos de ferimentos causados por bombas de gás lacrimogêneo em Ithna, na região de Hebron.


As operações incluíram invasões domiciliares, revistas e apreensão de pertences. Em Nablus, além da professora Badrasawi, foram detidos Eitzaz Joudallah, esposa de um mártir palestino, e dois jovens da família Fatayer. Em Jenin e Ramallah, diversas prisões ocorreram, afetando moradores de bairros e vilas como Al-Dabbous, Beit Rima, Deir Ghassaneh e Kobar.


Fontes locais relataram que agricultores palestinos enfrentam violência ao tentar acessar suas terras, sendo alvo de bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo. As incursões ocorrem em um contexto de expansão de assentamentos e ataques contínuos contra civis e propriedades palestinas, aumentando o número de feridos e martirizados na região.


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