Haaretz: Exército israelense afirma que sua missão é destruir tudo no sul do Líbano.
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Fontes militares citadas pelo jornal Haaretz afirmam que as ações israelenses no sul do Líbano passaram a ter como eixo central a destruição de áreas civis e estruturas locais. As operações são descritas como voltadas à demolição de aldeias inteiras, com redução de combates diretos no terreno. O relato inclui depoimentos de soldados e referência a mudanças nas regras de engajamento após 7 de outubro de 2023.

Segundo o Haaretz, militares envolvidos nas operações afirmam que a missão atual se concentra na destruição de áreas designadas, sem abertura para outras formas de atuação. As fontes indicam que unidades terrestres atuam na preparação de zonas para equipes de demolição, com uso de tratores e escavadeiras operados por empresas civis contratadas para execução das destruições.
Um soldado que participou de operações no Líbano pela terceira vez desde 7 de outubro de 2023 declarou ao jornal que as condições operacionais mudaram em relação a missões anteriores. Ele afirmou que, em períodos anteriores, havia maior liberdade para ataques no sul do Líbano, enquanto novas regras limitam respostas militares a situações de ameaça direta. O soldado afirmou que forças do Hezbollah mantêm disparos contra posições israelenses e que as tropas israelenses respondem apenas quando há identificação de ameaça imediata.
O relatório cita que empresas civis participam das operações de demolição no sul do Líbano, com atuação de equipes que operam máquinas pesadas. Um dos soldados afirmou que essas empresas realizam destruições de residências em áreas ocupadas por tropas, com remuneração vinculada ao volume de estruturas demolidas.
A escalada militar mencionada pelo Haaretz é contextualizada a partir de 28 de fevereiro, quando o texto-base relata um ataque conjunto entre Estados Unidos e Israel contra o Irã. O mesmo material atribui a esse episódio a morte do Líder iraniano Ali Khamenei, informação que permanece registrada como declaração do texto original. Em resposta, o Hezbollah realizou lançamentos de foguetes contra território israelense em 2 de março, segundo a mesma sequência de eventos apresentada.
Após esses acontecimentos, Israel iniciou campanha aérea e incursão terrestre no sul do Líbano. O material cita ataques aéreos e bombardeios de artilharia em diferentes localidades da região.
Em 16 de abril, foi registrado cessar-fogo temporário entre Israel e Líbano. O Haaretz indica que as operações militares israelenses continuaram após o acordo, com ataques aéreos e bombardeios em áreas do sul libanês. As ações descritas incluem continuidade de destruições em território libanês mesmo após o anúncio da trégua.



































