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Hamas "Chegou o momento de nos levantarmos contra a ocupação e incendiar todos os pontos de contato"

O Hamas incita a greve geral em toda a Cisjordânia nesta segunda-feira contra a violência israelense. "O genocídio não pode ser ignorado!"


O líder do Hamas, Abdel Rahman Shadid, fez um chamado ousado e urgente ao povo palestino neste domingo, convocando uma greve geral nesta segunda-feira na Cisjordânia ocupada. A ordem foi clara: "Diante do genocídio em Gaza, da limpeza étnica e dos abusos sistemáticos na Cisjordânia, não podemos ficar em silêncio. Chegou o momento de nos levantarmos contra a ocupação e incendiar todos os pontos de contato!", afirmou Shadid em uma mensagem publicada no Telegram.

O líder do Movimento de Resistência Islâmica Palestina (HAMAS) destacou a urgência de enfrentar a brutalidade israelense, acusando a ocupação de destruir o futuro da Palestina, em uma luta desesperada por sobrevivência e dignidade. "É vergonhoso que qualquer pessoa que se considere livre permaneça em silêncio diante dos massacres diários em Gaza e na Cisjordânia", declarou ele.

A chamada para a greve geral e a mobilização de todos os palestinos refletem a crescente frustração e indignação diante da continuação das atrocidades israelenses, enquanto o número de vítimas palestinas ultrapassa 50.000, a maioria mulheres e crianças, vítimas da agressão sistemática desde o início da ofensiva.



Aumenta a Violência: Colonos e Forças de Ocupação Intensificam Ataques

Além da situação devastadora em Gaza, a violência na Cisjordânia também escalou de forma alarmante nas últimas semanas. Colonos israelenses têm intensificado os ataques às aldeias palestinas, com o apoio das forças de ocupação, enquanto o exército israelense continua a sitiar os campos de refugiados no norte, forçando o deslocamento de quase 40.000 palestinos.

A crise humanitária se agrava, com o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressando sua crescente preocupação com a violência na Cisjordânia e a fragilidade da trégua em Gaza, que, segundo ele, não consegue garantir a segurança dos civis e a estabilidade na região.

Enquanto o mundo assiste em silêncio, os palestinos se levantam para mostrar que a resistência é a única resposta possível à opressão. O grito de "não mais silêncio" ecoa através das ruas da Cisjordânia, enquanto a greve geral se torna um ato de resistência e solidariedade em face da ocupação e do genocídio.

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