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Matar e invadir: Israel reafirma intenção de "aniquilar" o Hamas e ocupar Gaza sob pretexto de “segurança”

O governo israelense voltou a defender publicamente a continuação de sua campanha militar devastadora na Faixa de Gaza. Segundo o ministro israelense Israel Katz, a "derrota do Hamas" continua sendo o objetivo central da guerra – uma guerra que, desde outubro de 2023, já ceifou a vida de dezenas de milhares de palestinos, entre eles mulheres e crianças, e reduziu a região a escombros.


"A derrota do Hamas, ao mesmo tempo que cria as condições para o regresso dos reféns, é o principal objetivo da guerra em Gaza. E devemos tomar todas as medidas necessárias para o alcançar", afirmou Katz, ignorando as sucessivas denúncias internacionais de crimes de guerra e limpeza étnica.

Israel Katz ©Heute.at
Israel Katz ©Heute.at


Em visita às tropas que operam na Faixa de Gaza, o ministro reafirmou o plano de manter uma presença militar permanente nos territórios palestinianos, aprofundando o projeto de colonização e controle. A chamada “zona de segurança periférica” nada mais é do que uma ocupação disfarçada, justificada pelo discurso da “autodefesa” que há décadas serve para legitimar a expansão territorial israelense.


O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu também prepara novas diretrizes para o Exército.


Sob o verniz da “segurança nacional”, Israel segue avançando com políticas que transformam Gaza em um campo de ruínas, onde a vida palestina é tratada como descartável. A insistência em “derrotar o Hamas” serve menos como uma meta militar concreta e mais como uma carta branca para a destruição total de uma população cercada e abandonada pelo mundo.

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