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"Free America Walkout." Milhares protestam no primeiro aniversário da presidência de Donald Trump

Milhares de pessoas saíram às ruas em várias cidades dos Estados Unidos nesta terça-feira (20), no primeiro aniversário do segundo mandato do presidente Donald Trump, para protestar contra suas políticas, especialmente relacionadas à imigração e às ações de aplicação da lei. As manifestações ocorreram em capitais e centros urbanos, refletindo insatisfação de diversos grupos sociais com o governo.


DONALD TRUMP
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Protestos contra o governo de Donald Trump reuniram milhares de manifestantes em diversas partes dos Estados Unidos nesta terça-feira (21), marcando um ano desde o início do seu segundo mandato. As mobilizações foram registradas em capitais como Washington, Nova York e outros centros urbanos, onde participantes criticaram políticas federais, em especial ações de imigração e a atuação de agências como o Immigration and Customs Enforcement (ICE).


Em Washington, centenas de pessoas se concentraram próximos à Casa Branca, manifestando insatisfação com decisões do governo consideradas autoritárias por parte dos protestantes. Em Nova York, grupos de manifestantes reuniram-se em frente à Trump Tower carregando cartazes e faixas com mensagens críticas à administração Trump e exigindo mudanças políticas.


Os protestos fazem parte de uma mobilização mais ampla denominada “Free America Walkout”, que incluiu centenas de atos programados em todos os 50 estados dos EUA, assim como eventos de apoio em países como Canadá, França, Itália e Países Baixos. Participantes foram incentivados a sair de seus empregos e escolas para se unir às manifestações e expressar oposição a uma série de políticas federais.
Um manifestante segura uma foto de Renée Good do lado de fora do Capitólio em Washington, DC. Aaron Schwartz. ©SIPA EUA
Um manifestante segura uma foto de Renée Good do lado de fora do Capitólio em Washington, DC. Aaron Schwartz. ©SIPA EUA

Entre as principais queixas dos manifestantes estão a repressão imigratória que resultaram em incidentes de uso de força por autoridades federais. Em algumas localidades, estudantes também participaram, deixando salas de aula para protestar contra medidas que consideram prejudiciais às comunidades de imigrantes.


Os protestos foram amplamente pacíficos, com participantes defendendo direitos civis, justiça social e maior proteção das liberdades individuais. Organizações envolvidas nas ações incluíram movimentos estudantis, grupos de direitos humanos e coalizões progressistas que há tempos criticam a direção das políticas federais sob Trump.


Autoridades locais coordenaram esforços de segurança nas áreas de manifestação para garantir que os protestos transcorram sem incidentes significativos. Embora a maioria dos atos tenha sido tranquila, o envolvimento de grandes massas de cidadãos reflete o clima de polarização política nos EUA, especialmente em um ano eleitoral importante.


Especialistas em ciência política observam que mobilizações como essas são indicativas de um aumento na participação cívica e no engajamento público em questões governamentais, com protestos ocorrendo com mais frequência e em um número maior de localidades do que em períodos anteriores.

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