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ONU alerta para corte de ajuda no Sudão do Sul, onde mais da metade da população enfrenta fome severa

O Programa Mundial de Alimentos (PAM) das Nações Unidas alertou que, sem financiamento urgente, será forçado a cortar a ajuda alimentar no Sudão do Sul a partir de setembro. A organização diz que poderá atender apenas 2,5 milhões de pessoas – menos de um terço dos que enfrentam fome aguda.


SUDÃO DO SUL ©UNICEF
SUDÃO DO SUL ©UNICEF

Atualmente, 57% da população sul-sudanesa — cerca de 7,7 milhões de pessoas — sofre com níveis extremos de insegurança alimentar. Entre elas, 2,3 milhões de crianças correm risco de desnutrição grave, enquanto conflitos, enchentes e o colapso econômico agravam ainda mais a crise.


“Sejam famílias encurraladas pelas águas no estado de Unity ou deslocadas pela violência no Alto Nilo, milhões lutam diariamente pela sobrevivência”, disse Carl Skau, vice-diretor do PAM, após visitar o país. A agência precisa de US$ 274 milhões para manter a assistência mínima até o fim de 2025.


Sem esse financiamento, comunidades inteiras poderão ser abandonadas à própria sorte. As rações já estão sendo reduzidas, e o cenário pode se tornar catastrófico nas regiões mais vulneráveis do país.


O alerta do PAM ecoa o aviso da UNICEF sobre o aumento de 46% nos casos de desnutrição grave infantil na região de Darfur, no vizinho Sudão, revelando uma crise regional que cresce à sombra do silêncio internacional.



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