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Síria até quando?



Condeno veementemente os crimes cometidos contra a comunidade alauíta na Síria por grupos sunitas extremistas. A perseguição e os assassinatos direcionados a essa minoria são atos bárbaros que devem ser repudiados e punidos, assim como os crimes cometidos pelo regime da família Assad ao longo de mais de cinco décadas de governo opressor.

O futuro da Síria não pode estar nas mãos nem de facções violentas e extremistas, algumas das quais tiveram ligações com o Estado Islâmico, nem de uma elite minoritária que governou com mão de ferro. O país precisa de um novo caminho, construído por sírios e sírias de boa vontade, capazes de oferecer esperança e justiça a todos, independentemente de sua origem étnica ou crença religiosa.

A Síria não pode ser refém do passado. Justiça deve ser feita para todas as vítimas, e a reconstrução nacional deve partir do respeito à dignidade humana e ao direito à vida de todos os cidadãos sírios.

Nós, árabes, precisamos recomeçar do zero... tudo! Como disse um dos mais importantes intelectuais árabes, o sírio Michel Aflaq:"Os árabes precisam esquecer aquilo que aprenderam de modo a poderem retornar à sua natureza pura original."

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