
MODO DE NAVEGAÇÃO
A Cisjordânia registra 2025 como o primeiro ano desde a ocupação de 1967 em que o número de demolições de edifícios supera o de construções, segundo dados do governo israelense. Sob liderança do ministro das Finanças, Bezalel Smotrich, e com apoio de setores da extrema direita, Israel implementa ações que afetam diretamente a economia, a mobilidade e a segurança da população palestina. Entre as medidas destacam-se a confisco de mais de 60 mil dunams de terras, a intensificação de operações militares em cidades como Jenin e Tulkarm, e o aumento de postos de controle que fragmentam aldeias e cidades palestinas.
Além disso, há uma escalada de crimes cometidos por colonos, supervisionados pelo exército israelense, totalizando mais de 2.500 ataques recentes, com mortes e centenas de feridos, além de prejuízos materiais significativos. Paralelamente, Israel mantém o bloqueio de fundos fiscais destinados à Autoridade Palestina, prejudicando o pagamento de salários a funcionários e famílias de prisioneiros e mártires. Projetos de assentamento, como E1 próximo a Jerusalém, visam isolar a cidade e consolidar o controle territorial, dificultando a continuidade da Autoridade Palestina.

Analistas internacionais alertam que essas ações aumentam o risco de fragmentação da Cisjordânia, criando enclaves sob controle militar e colonos, e alimentam tensões que podem resultar em confrontos internos e resistência local. A realidade acelerada no território, aliada à fraqueza da comunidade internacional em intervir e ao apoio explícito dos Estados Unidos à ocupação, coloca a Cisjordânia em um ponto crítico, com perspectivas de perda territorial e aumento do sofrimento da população civil.
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6 de setembro de 2025

































