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As autoridades israelenses permitiram, nesta segunda-feira (30), a realização de uma cerimônia de casamento de colonos nos pátios da Mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém Oriental ocupada, intensificando as tensões em torno do local sagrado. A ação foi amplamente condenada por autoridades palestinas, que a classificaram como uma “provocação humilhante” e parte de uma campanha contínua de judaização da área.

Em comunicado à imprensa, a Governadoria de Jerusalém denunciou o episódio como uma violação grave da santidade da mesquita e uma tentativa deliberada de impor uma nova realidade política e religiosa no local, com o objetivo de apagar sua identidade islâmica e dividir seu uso entre diferentes grupos religiosos.
As autoridades palestinas exigiram uma resposta urgente da comunidade internacional e das Nações Unidas, pedindo proteção efetiva para os locais sagrados islâmicos e cristãos em Jerusalém ocupada. O apelo ocorre em meio a um aumento nas incursões diárias de colonos na Esplanada das Mesquitas e ao endurecimento das restrições impostas aos fiéis muçulmanos.
A escalada das tensões em torno de Al-Aqsa eleva os temores de novos confrontos em uma cidade já marcada por profundas divisões e disputas religiosas e políticas.
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30 de junho de 2025

































