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A Presidência da Palestina condenou a escalada da agressão israelense contra o povo palestino, destacando os recentes ataques de colonos extremistas às aldeias de Al-Funduq, Jinsafut e Amatin, na província de Qalqilya. Esses ataques foram acompanhados pela instalação de vários postos de controle militares e portões de ferro nas entradas de cidades e vilarejos, uma ação que visa fragmentar ainda mais a Cisjordânia.
O porta-voz oficial da Presidência, Nabil Abu Rudeineh, afirmou que os crimes cometidos pelas milícias colonas e pelo exército de ocupação fazem parte de uma agressão contínua, cujos alvos incluem as propriedades e os locais sagrados do povo palestino. Ele denunciou que o governo israelense de extrema-direita está buscando arrastar a Cisjordânia para um conflito de larga escala, por meio de uma “guerra silenciosa” que visa aumentar a violência e criar um clima de tensão na região.
Abu Rudeineh também apontou que a decisão recente dos Estados Unidos de suspender as sanções contra colonos israelenses os encoraja a cometer mais crimes. O porta-voz fez um apelo ao novo governo americano para intervir e impedir essas ações, ressaltando que as políticas israelenses não trarão paz ou segurança a ninguém. Ele reiterou que a única forma de alcançar estabilidade na região é a implementação das resoluções da legitimidade internacional e da Iniciativa de Paz Árabe, com o estabelecimento de um Estado palestino e Jerusalém Oriental como sua capital.
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21 de janeiro de 2025

































