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MODO DE NAVEGAÇÃO

O governo dos Estados Unidos anunciou nesta sexta-feira (29) que está negando e revogando vistos para membros da Organização para a Libertação da Palestina (OLP) e da Autoridade Palestina (AP) antes da Assembleia Geral da ONU, marcada para setembro. A medida, comunicada pelo Departamento de Estado, é justificada por Washington como uma ação de “interesse de segurança nacional”, responsabilizando a liderança palestina por não cumprir compromissos e por minar as perspectivas de paz.


Mahmoud Abbas, Presidente da Autoridade Palestina I arquivo
Mahmoud Abbas, Presidente da Autoridade Palestina I arquivo

O comunicado citou especificamente os apelos da Autoridade Palestina e da OLP ao Tribunal Penal Internacional (TPI) e ao Tribunal Internacional de Justiça (CIJ) sobre abusos cometidos por Israel na Cisjordânia ocupada e durante a guerra em Gaza. Washington acusou ainda os palestinos de glorificação da violência e de tentativas de contornar negociações.


A decisão ocorre num contexto em que os EUA já haviam sancionado membros da liderança palestina, enquanto Mahmoud Abbas, presidente da AP, e a OLP continuam representando o povo palestino no cenário internacional e buscando o reconhecimento de um Estado palestino. Embora normalmente as delegações palestinas recebam vistos para participar da Assembleia Geral, o Departamento de Estado afirmou que concederá isenções à Missão da Autoridade Palestina na ONU, atualmente chefiada pelo embaixador Riyad Mansour.

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29 de agosto de 2025

EUA negam vistos a autoridades palestinas antes de Assembleia Geral da ONU

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