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Desde o início do genocídio em Gaza, o Hamas recrutou entre 10.000 e 15.000 novos membros, conforme informações de fontes de inteligência dos Estados Unidos. De acordo com dados compartilhados com o Congresso dos EUA, um número similar de combatentes palestinos que perderam a vida em ataques israelenses se uniu ao movimento desde outubro de 2023.
Esses recrutamentos têm levado analistas a considerar o Hamas uma "ameaça persistente" ao regime sionizta, uma avaliação que permanece válida mesmo após meses de ofensivas. A Inteligência Nacional dos EUA se recusou a comentar sobre o relatório vazado.

O Hamas, por meio de seu braço armado, as Brigadas Izzedin Al-Qassam, afirmou que sua capacidade de mobilização e recursos humanos está em nível mais elevado devido a esses novos recrutamentos. Abu Obeida, porta-voz das brigadas, destacou que o movimento agora conta com milhares de novos combatentes, o que fortalece suas operações.
No último domingo, um cessar-fogo foi implementado após um longo período de conflitos em Gaza. O regime israelense não conseguiu atingir seu principal objetivo na guerra de 15 meses: eliminar o Hamas. Após o cessar-fogo, o movimento palestino demonstrou sua presença no território, tomando medidas para restaurar a segurança e começar a reconstruir áreas devastadas pela ofensiva israelense.
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25 de janeiro de 2025

































