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As forças de inteligência israelenses convocaram, na manhã desta terça-feira (29), o presidente da Ordem dos Advogados da Palestina, Fadi Abbas, para um interrogatório. A ação foi confirmada pela Província de Jerusalém, que denunciou o teor político da medida.
Durante a sessão, Abbas foi questionado sobre sua relação com a Autoridade Palestina e sua suposta filiação ao movimento Fatah. Ao final do interrogatório, as autoridades israelenses anunciaram a decisão de proibir a atuação da Ordem dos Advogados da Palestina em Jerusalém.

A medida ocorre semanas após o movimento Fatah ter conquistado a ampla maioria dos assentos nas eleições do Conselho da Ordem dos Advogados para o ciclo 2025-2028. A votação, realizada em 6 de julho, resultou na vitória da lista do Fatah, que garantiu 8 das 9 cadeiras disponíveis.
Organizações de direitos humanos e juristas palestinos classificaram a decisão como uma tentativa de silenciar instituições civis e profissionais palestinas na cidade ocupada, em mais um capítulo da repressão israelense à presença institucional da Palestina em Jerusalém.
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29 de julho de 2025

































