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40 pessoas morreram de sarampo durante o governo anterior. Agora, o país está novamente livre dessas duas pragas

Em cerimônia realizada no Palácio do Planalto na última terça-feira (12), o Brasil recebeu oficialmente o certificado de eliminação do sarampo, da rubéola e da síndrome da rubéola congênita, concedido pela Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para as Américas. A entrega foi feita por Jarbas Barbosa, diretor da OPAS e diretor regional da OMS para as Américas, ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, com a presença da ministra da Saúde, Nísia Trindade.


A recertificação marca um avanço após um período crítico entre 2018 e 2022, quando o país enfrentou 40 mortes causadas pelo sarampo. Esse aumento ocorreu em meio à redução das taxas de vacinação e à falta de coordenação do Programa Nacional de Imunizações (PNI) durante o governo anterior.


Desde o início de 2023, o governo federal implementou uma série de campanhas para reverter esse quadro. O PNI foi reforçado com atividades como busca ativa de casos, capacitação de profissionais e investimentos em regiões de difícil acesso, alcançando melhores índices de cobertura vacinal. Em 2023, o país conseguiu elevar a cobertura da tríplice viral, que inclui sarampo, para 88,4% e, até 2024, chegou a 92,3%, refletindo o compromisso com a saúde pública.


A ministra Nísia destacou o esforço conjunto do Sistema Único de Saúde (SUS) e a importância de assegurar a continuidade das campanhas de imunização. “A saúde exige cuidado, paciência e compromisso com a nossa população”, afirmou.

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