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“O Brasil é maior do que a família Bolsonaro.” Rogério Carvalho, líder do PT no Senado

O líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE), afirmou em entrevista ao programa Conexão GloboNews, que o Brasil enfrenta uma “nova forma de violência política” praticada pela extrema direita. Segundo o parlamentar, aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro têm utilizado manobras de obstrução no Congresso Nacional para paralisar votações essenciais ao interesse público.


Líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE)
Líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (PT-SE)

“Em 2023, vimos a destruição do STF, do Congresso e do Palácio do Planalto. Agora, estamos diante de outra violência, disfarçada de obstrução”, disse Carvalho, ressaltando que o direito da oposição deve respeitar o Regimento Interno e não pode ser usado para impedir medidas como a isenção do Imposto de Renda para trabalhadores de baixa renda. “Isso é uma violência contra o Brasil e contra os brasileiros”, completou.


Críticas a Eduardo Bolsonaro

O senador também fez duras críticas ao deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), acusando-o de agir contra os interesses do país ao defender, no exterior, a aplicação de tarifas e sanções econômicas contra o Brasil. Para Carvalho, trata-se de uma “atitude antipatriótica” motivada por “vingança pessoal e proteção familiar”.


“Eduardo Bolsonaro joga contra o Brasil. Ataca nossa soberania e continua conspirando contra o Estado Democrático de Direito”, afirmou. Ele destacou que nem mesmo setores influentes da política estadunidense apoiam a medida e alertou que essa postura compromete a imagem dos Estados Unidos como defensores da democracia.


Defesa da soberania e críticas à Lava Jato

Durante a entrevista, Carvalho voltou a criticar a Operação Lava Jato e o senador Sérgio Moro (União Brasil-PR), alegando que a investigação atendeu a interesses estrangeiros e enfraqueceu setores estratégicos do país, como o petróleo e a engenharia nacional. Ele relembrou episódios de espionagem envolvendo a Petrobras e e-mails da então presidente Dilma Rousseff, classificando-os como parte de uma ofensiva contra a soberania brasileira.


Ao defender o ministro Alexandre de Moraes, o senador afirmou que a tentativa de impeachment do magistrado representa uma estratégia para intimidar o Judiciário e apagar crimes cometidos nos atos de 8 de janeiro. “O que está em julgamento é uma tentativa de assassinato do presidente da República, do vice e de ministros do STF. Isso não pode ser relativizado”, advertiu.


Compromisso com a democracia

Encerrando a entrevista, Carvalho destacou avanços do governo Lula, como a retirada do Brasil do mapa da fome, a queda no desemprego e a retomada do crescimento econômico. “O Brasil pertence ao povo brasileiro. É maior do que a família Bolsonaro e qualquer projeto autoritário”, concluiu.

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