Dossiê Trump - Epstein: O Retrato Definitivo de um Predador Sistêmico
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(Versão Completa e Final – Fevereiro 2026)
Autor: MdSP
A cronologia criminal a seguir foi enviada por uma fonte identificada como “MdSP”, após a publicação de um artigo do Jornal Clandestino que questionava o silêncio deliberado e a ocultação de informações por parte da Corte responsável por analisar o caso "TRUMP-EPSTEIN". A fonte optou por não se identificar. Nossa equipe verificou os dados apresentados, que correspondem aos arquivos originais vazados por veículos de mídia nos Estados Unidos e em outras partes do mundo.
O Jornal Clandestino segue aberto a colaborações. Envie seu texto, denúncia ou sugestão para: jornalclandestino@icloud.com

Estatísticas Reveladoras: O Legado Criminoso e Corrupto de Trump em Números
Antes de mergulharmos na cronologia de horrores, confrontemos os fatos frios e irrefutáveis que expõem Donald J. Trump como um predador sistêmico, um fraudador serial e um manipulador de poder sem precedentes. Esses números não são meras estatísticas — são provas incontestáveis de um homem que explorou, abusou e corrompeu tudo ao seu alcance, enquanto o sistema o protege. Muita gente não sabe, mas esses dados revelam a extensão da impunidade de um bilionário que se coloca acima da lei:
- Milhares de vezes mencionado no Relatório Epstein.
- 97 vezes invocou a Quinta Emenda.
- 34 condenações por crimes graves.
- 91 acusações criminais.
- 26 alegações de agressão sexual.
- 6 falências.
- 5 adiamentos de alistamento.
- 4 indiciamentos.
- 2 impeachments.
- 2 empresas condenadas.
- 1 universidade falsa fechada.
- 1 caridade falsa fechada.
- $25 milhões em acordo por fraude.
- $2 milhões em veredicto por abuso sexual.
- $93 milhões em julgamentos por abuso sexual.
- $400+ milhões em julgamento por fraude.
- Primeiro presidente na história a aumentar o déficit a cada ano completo de mandato.
- Primeiro presidente na história a manter uma relação dívida/PIB acima de 100% durante todo o mandato.
- Maior déficit orçamentário anual.
- Maior acréscimo à dívida nacional em um único mandato.
- Maior número de novos pedidos de seguro-desemprego.
- Maior queda de pontos em um único dia na história do Dow.
- Primeiro candidato de um grande partido em meio século a perder o voto popular duas vezes.
- Maior paralisação do governo na história (e ele fez isso enquanto seu próprio partido controlava ambas as câmaras do Congresso).
- Primeiro presidente na história das avaliações de aprovação a manter uma aprovação líquida negativa durante todo o mandato.
- Primeiro presidente a ser impedido duas vezes.
- Primeiro presidente a ter apoio bipartidário para sua condenação após impeachment (o que aconteceu ambas as vezes).
- Maior número de indiciamentos, confissões de culpa e condenações criminais de membros de uma administração.
- Primeiro presidente a ter uma foto de ficha policial.
Esses números não mentem. Eles gritam a verdade: Donald J. Trump não é um líder; ele é um criminoso que usa o poder para perpetuar seus abusos, fraudes e explorações. Agora, examinemos a cronologia que prova, sem sombra de dúvida, sua natureza predatória.
### Cronologia Criminal Completa (1985–2026)
Esta cronologia não é uma narrativa neutra; é uma acusação implacável contra um homem que sistematicamente abusou de seu poder para explorar os vulneráveis, acobertar crimes e manipular instituições. Cada entrada é baseada em documentos judiciais, depoimentos de vítimas, liberações do DOJ/FBI e evidências irrefutáveis. Não há "duas versões" aqui — apenas a realidade condenatória de um predador que continua impune.
*1985*
Donald Trump conhece *Jeffrey Epstein* (financiador bilionário e traficante sexual condenado em 2008 por crimes sexuais com menores; morreu em 2019 na prisão, oficialmente suicídio, mas com suspeitas de assassinato para silenciá-lo) através do círculo de modelagem de Nova York. Epstein recrutava meninas e jovens via agências como *Elite Modeling* (agência internacional de modelos famosa por descobrir supermodelos, mas associada a Epstein para recrutamento de vítimas, transformando sonhos de carreira em pesadelos de exploração sexual). Essa conexão inicial já revela o padrão: Trump orbitava círculos onde vulneráveis eram presas fáceis para predadores.
*1987*
Denúncia anônima ao FBI: uma mulher (Vítima 1, possivelmente identificada com histórico criminal em New Jersey, incluindo shoplifting, o que já demonstra o desprezo de Trump por vítimas marginalizadas) sai bebendo com uma amiga e acaba no *Trump Plaza* (hotel e cassino de Trump em Atlantic City, um antro de luxo que escondia abusos). Um homem desconhecido oferece bebida, apresenta-a a Trump e a leva para o quarto. Ela acorda nua, dolorida na cama com US$300 deixados como pagamento degradante; lembra apenas um "flash" do rosto de Trump. Acredita ter sido drogada e estuprada. Não procurou hospital por medo de não acreditarem (estava bêbada e achava que ninguém creria em uma mulher comum contra um magnata). Denúncia menciona possível ordem de proteção em NJ; FBI nota "no contact made", vítima possivelmente falecida ou não localizada, destacando como o sistema ignora vítimas sem status.
*12 de setembro de 1989*
Trump participa de festa a bordo do iate *Lady Ghislaine* (propriedade de *Robert Maxwell*, magnata da mídia britânico, pai de Ghislaine Maxwell; morreu em 1991 em circunstâncias suspeitas, possivelmente suicídio ou assassinato ligado a suas conexões com inteligência israelense). Encontro privado na roda do leme com Robert Maxwell propondo criação de revista "Trump". Essa reunião não era inocente — Maxwell era um asset do Mossad, e o iate nomeado em homenagem à filha Ghislaine (futura madame de Epstein) já sinaliza a rede de poder e exploração que Trump abraçaria.
*1991–1997*
Trump voa pelo menos oito vezes no *Lolita Express* (jato privado Gulfstream de Epstein, usado para transportar menores para fins sexuais; logs confirmados em liberações DOJ/FBI, revelando voos como ferramentas de tráfico humano disfarçados de luxo):
- 15 de abril de 1991: Palm Beach para Nova York (com familiares, incluindo então-esposa *Marla Maples* e filha bebê *Tiffany Trump*, além de babá, expondo até sua própria família ao círculo de Epstein).
- Múltiplos em 1993 (ex.: 23 de abril, 11 de outubro, 17 de outubro; alguns apenas Trump + Epstein, sem testemunhas externas, ideais para conduta criminosa; outros com *Ghislaine Maxwell* — socialite britânica, madame condenada em 2021 por tráfico sexual de menores para Epstein, provando que Trump sabia da operação).
- 15 de maio de 1994: Palm Beach para Washington D.C. e Nova York (com Marla Maples, Tiffany bebê e babá, misturando família com predadores).
- 13 de agosto de 1995: Palm Beach para Teterboro (com filho *Eric Trump*, arriscando seus filhos nesse ambiente tóxico).
- 5 de janeiro de 1997: Palm Beach para Newark (com Epstein e uma mulher de ~20 anos, identidade redigida em alguns logs, possivelmente uma vítima).
Último voo conjunto antes de Trump banir Epstein de Mar-a-Lago em 2004, supostamente por disputa imobiliária, mas provavelmente para encobrir riscos crescentes.
*1992*
Epstein recruta Ghislaine Maxwell como madame principal (responsável por recrutar e gerenciar meninas para festas e abusos, transformando-a em peça central de uma rede global de exploração). Estabelecem operação em:
- Mansão de Nova York (71st Street, um palácio de horrores onde abusos eram rotineiros).
- Residência de Palm Beach (próxima a Mar-a-Lago, facilitando acesso de Trump).
- Ilha Privada Little St. James ("Ilha Pedófila", um paraíso isolado para crimes impunes).
*1994*
- Caso *Katie Johnson* / "Jane Doe" (pseudônimo de alegada vítima de 13 anos): violentada por Trump e Epstein em festa; forçada a sexo oral e penetração repetida, um ato de barbaridade que revela a depravação de Trump. Processo civil federal em 2016 (arquivado três vezes por falhas técnicas, ameaças de morte confirmadas por advogada *Lisa Bloom* — especialista em assédio sexual, destacando o terror imposto às vítimas para silenciá-las).
- Trump comenta sobre filha Tiffany Trump (1 ano): "Ela tem as pernas da Marla. Não sabemos se ela tem isso ainda" (apontando para seios futuros, em entrevista pública, um comentário doentio que normaliza sexualização infantil mesmo em família).
*1997*
- Durante *Miss Teen USA* (concurso de beleza para adolescentes 14–19 anos, propriedade de Trump, usado como pretexto para acesso a menores vulneráveis): sobre filha *Ivanka Trump* (16 anos, modelo e futura conselheira da Casa Branca): "Você não acha minha filha gostosa? Ela é gostosa, né?" — uma declaração repugnante que revela sua visão distorcida de jovens mulheres, incluindo a própria filha.
- Invasão de camarins: ex-concursantes (incluindo *Mariah Billado*) relatam Trump entrando enquanto meninas de 15–17 anos se trocavam nuas, um ato de voyeurismo predatório que expõe sua compulsão por exploração visual de adolescentes.
*~1990s (denúncias ao FBI/NTTOC)*
- "Jane" (14 anos): encontrada via Epstein em Mar-a-Lago, um clube que Trump transformou em hub de recrutamento para abusos.
- Motorista de limusine: em 1995, no Dallas Fort Worth Airport, ouve Trump no telefone dizendo coisas "preocupantes" sobre "Jeffrey" (Epstein); filha de ex-namorada de Epstein alega que Trump a estuprou, adicionando camadas de horror a essa rede.
- Vítima anônima grávida em 1984 (aos 13 anos): forçada a atos sexuais; Trump pagava para forçá-la; presente no assassinato e descarte do recém-nascido (jogado no Lake Michigan?), um crime hediondo que, se verdadeiro, eleva Trump ao nível de monstro absoluto.
*2000*
*Paolo Zampolli* (fundador da ID Models, agente que introduziu Melania Knauss a Trump; nomeado Embaixador Global em 2025, recompensado por lealdade) apresenta *Melania Knauss* (atual Melania Trump) a Trump, ilustrando como Trump usava redes de modelagem para acesso a mulheres vulneráveis.
*2002*
Trump à New York Magazine: "Sempre soube que Jeffrey gostava de mulheres bonitas tanto quanto eu, e muitas delas eram bem jovens" — uma admissão direta de cumplicidade com o gosto de Epstein por menores, sem qualquer disfarce.
*12 de janeiro de 2003*
Carta de Trump a Epstein no 50º aniversário: "Temos certas coisas em comum, Jeffrey... Enigmas nunca envelhecem... Feliz Aniversário – e que cada dia seja outro segredo maravilhoso". Inclui silhueta de criança, um detalhe sinistro que sugere compartilhamento de "segredos" pedófilos.
*2004–2006*
Aparições no Howard Stern Show:
- Setembro 2004: Stern chama Ivanka de "piece of ass"; Trump concorda, reforçando sua visão de filhas como objetos sexuais.
- Outubro 2006: Stern nota Ivanka "mais voluptuosa"; Trump: "Ela sempre foi muito voluptuosa... alta, quase 1,80m, beleza incrível" — comentários obsessivos que expõem sua fixação doentia.
Trump bane Epstein de Mar-a-Lago após disputa imobiliária (2004), uma desculpa conveniente para distanciar-se publicamente enquanto a rede continuava.
*~2000s (denúncias ao FBI sobre festas em Mar-a-Lago)*
Festas chamadas "calendar girls": Epstein trazia meninas; Trump as leiloava para modelagem ou sexo; media vaginas/vulvas inserindo dedo e classificava por "tightness" (aperto), um ato de humilhação e abuso grotesco. Convidados incluíam homens idosos, *Elon Musk* (CEO da Tesla/SpaceX, apoiador de Trump, cúmplice silencioso), *Don Jr. Trump* (filho mais velho), *Ivanka Trump, **Eric Trump* (filho), *Alan Dershowitz* (advogado de Epstein e Trump, acusado em processos), *Bob Shapiro* (advogado). Denúncia: "Fomos levadas a quartos, forçadas a dar sexo oral a Donald J. Trump. Eu tinha 13 anos quando Donald J. Trump me estuprou. Ghislaine Maxwell estava presente" — testemunho devastador de uma criança violada. Outra: amiga de "Alexis" (13–14 anos, ~35 anos antes, NJ): forçada a sexo oral; mordeu Trump no rosto durante ato; foi agredida no rosto após rir, revelando a violência retaliatória de Trump.
*2008*
*Pam Bondi* (Procuradora-Geral da Flórida na época) negocia acordo brando com Epstein: 13 meses de prisão por crimes sexuais envolvendo menores, apesar de dezenas de vítimas identificadas. O acordo permitiu que Epstein continuasse trabalhando em liberdade condicional e evitasse julgamento federal, um escândalo de impunidade que Bondi usaria para ascender ao lado de Trump.
*2013*
Trump doa US$25.000 para a campanha de reeleição de Pam Bondi via Trump Foundation. Logo após a doação, Bondi arquiva investigação da Trump University (fraude educacional que levou a acordo de US$25 milhões em 2016). A conexão entre a doação e o arquivamento foi questionada publicamente como possível conflito de interesse, provando como Trump compra proteção jurídica.
*2015–2016*
Katie Johnson processa (violação aos 13 anos); arquivado após ameaças, um padrão de intimidação que silencia vítimas.
*2019*
Epstein "suicida". Trump: "Tinha informações sobre Bill Clinton... muito conveniente" — uma declaração que sugere alívio e conhecimento prévio.
*2020*
Sobre Maxwell presa: "Desejo sorte a ela. Conheci-a várias vezes. É uma grande mulher" — apoio público a uma traficante de menores, expondo sua lealdade à rede.
*2023–2024*
Trump civilmente responsável por abuso sexual de *E. Jean Carroll* (jornalista): US$5 milhões + US$83,3 milhões difamação, condenações que confirmam seu padrão de violência sexual. 34 condenações criminais por falsificação de registros (caso Stormy Daniels), fraudes que mascaram pagamentos para silenciar vítimas.
*2025–2026*
- Fevereiro: Pam Bondi nomeada Attorney General federal por Trump, recompensando anos de acobertamento.
- Maio: Bondi informa Trump sobre "múltiplas menções" nos arquivos Epstein, dando-lhe tempo para manobrar.
- Julho: Departamento de Justiça declara "não há client list", uma mentira semântica para negar evidências.
- Outubro: *Timothy Mellon* (doador de US$130 milhões a Trump) vinculado processo BNY Mellon-Epstein, revelando financiamento sujo.
- Novembro: Controle completo dos arquivos Epstein pela administração Trump, sequestrando a verdade.
- Janeiro 2026: DOJ libera milhões de páginas (incluindo tips FBI de agosto 2025): Trump mencionado milhares de vezes; lista de alegações sexuais compilada (muitas "unverified" pelo DOJ controlado por ele); DOJ: "sensacionalistas e infundadas contra Trump", uma declaração autoexoneratória que ignora o padrão.
Vítimas e Testemunhas Documentadas

Essas vítimas não são estatísticas — são pessoas destruídas por um predador que usa poder para silenciá-las. Trump não merece dúvida; merece condenação por cada lágrima, cada trauma.
*Menores alegadas*
- Katie Johnson/Jane Doe (13 anos, 1994): estupro/sexo forçado, um ato de depravação absoluta.
- Virginia Giuffre (16 anos): recrutada Maxwell em Mar-a-Lago, transformando o clube de Trump em armadilha para menores.
- "Jane" (14 anos): Mar-a-Lago via Epstein, provando o papel de Trump como facilitador.
- Mariah Billado + outras (15–17): assédio Miss Teen USA, voyeurismo predatório.
- Tips: 13 anos forçada oral/penetração; mordida em Trump; leilão "calendar girls"; medição vagina com dedo, horrores que expõem Trump como monstro.
*Adultas (26+ acusadoras públicas documentadas)*
- *E. Jean Carroll* (jornalista; Trump condenado civilmente por abuso sexual e difamação; no depoimento de Carroll, Trump afirmou saber que ela estava inconsciente durante o incidente no provador da Bergdorf Goodman, mas alegou que depois ela "ficou feliz" ou "gostou" do ocorrido, reforçando o padrão de desrespeito às vítimas e minimização de violência).
- *Stormy Daniels* (atriz pornô; pagamento de hush money levou às 34 condenações criminais de Trump, provando como ele compra silêncio).
- *Summer Zervos* (ex-aprendiz The Apprentice; alegou assédio sexual em 2007, destacando abuso de poder hierárquico).
- *Jessica Leeds* (alegou assédio em voo nos anos 1970, um padrão precoce).
- *Kristin Anderson* (alegou toque forçado em clube nos anos 1990).
- *Jill Harth* (alegou assédio em 1997).
- *Amy Dorris* (alegou beijo forçado em 1997).
- *Karena Virginia* (alegou toque forçado em US Open 1998).
- *Cathy Heller* (alegou beijo forçado em 1997).
- *Tasha Dixon* (ex-Miss Arizona; alegou invasão de camarim Miss USA).
- + mais de 15 outras acusadoras públicas (incluindo ex-funcionárias, modelos e participantes de concursos), totalizando mais de 26 acusações formais de assédio ou abuso sexual, muitas com relatos consistentes de invasão de espaço pessoal, toques não consentidos e comentários degradantes, revelando Trump como um abusador serial.
Rede de Cúmplices
Trump não age sozinho — ele construiu uma teia de cumplicidade que inclui traficantes, advogados e doadores, todos coniventes em seus crimes.
*Núcleo*
- Jeffrey Epstein (traficante).
- Ghislaine Maxwell (madame).
- Donald Trump (alegado beneficiário/protetor, o centro da rede).
*Encobrimento Judicial*
- Pam Bondi (acordo brando 2008 → AG federal 2025; doação Trump 2013 → arquivamento Trump University).
- *Todd Blanche* (Deputy AG; entrevistou Maxwell).
- *Kash Patel* (Diretor FBI; controle "livro negro").
*Intermediação*
- Paolo Zampolli (modelos).
- Robert Maxwell (contato 1989).
*Financiamento*
- Timothy Mellon (doações).
- *Les Wexner* (bilionário Victoria's Secret; financiou Epstein >US$1 bilhão).
Padrão Comportamental Criminosos
O comportamento de Trump não é aberração isolada; é um padrão deliberado de predação, sexualização e encobrimento que condena-o como culpado.
1. *Sexualização de menores*
- Ivanka desde 10 anos: 1991 (People): "Se Ivanka não fosse minha filha, talvez eu estivesse saindo com ela".
- 1997 (Miss Teen USA): "Você não acha minha filha gostosa? Ela é gostosa, né?" (Ivanka 16 anos).
- 2003 (Howard Stern): "Ela tem o melhor corpo".
- 2004 (Howard Stern): Concorda quando Stern chama Ivanka de "uma gostosa".
- 2006 (Howard Stern): "Ela sempre foi muito voluptuosa".
- Tiffany (1 ano, 1994): comentário sobre seios futuros.
- Concursantes adolescentes (15–17 anos): invasão de camarins.
2. *Associação criminal*
- 15+ anos com Epstein/Maxwell; 8 voos no Lolita Express; carta com silhueta infantil.
3. *Encobrimento sistêmico*
- Controle arquivos 2025–2026; nomeação de Pam Bondi (2008–2025 conexão) e Kash Patel.
4. *Fraudes institucionais*
- Trump University (US$25 milhões fraude educacional).
- Trump Foundation (US$2 milhões desvio caritativo).
- Trump Organization (17 condenações fraude fiscal).
O Caso Ivanka: Abuso em Câmera Lenta
Trump não poupou nem a própria família de sua depravação, sexualizando Ivanka publicamente em um padrão de abuso emocional que beira o incesto.
Cronologia do abuso emocional e sexualização pública:
- 1991 (10 anos): "Se Ivanka não fosse minha filha, talvez eu estivesse saindo com ela" (revista People).
- 1997 (16 anos): "Você não acha minha filha gostosa?" durante Miss Teen USA.
- 2003 (22 anos): No Howard Stern: "Ela tem o melhor corpo".
- 2004 (23 anos): Concorda quando Stern chama Ivanka de "uma gostosa".
- 2006 (25 anos): "Ela sempre foi muito voluptuosa".
Padrão psicológico: sexualização pública desde a infância; normalização do incesto emocional; exposição forçada a comentários sexuais. Dano comprovado: relação pai-filha distorcida; participação forçada em eventos de modelagem; exposição a redes de exploração (Epstein/Maxwell).
### Homens Vítimas: O Segredo Mais Guardado
A predação de Trump não se limita a mulheres — vítimas masculinas são silenciadas pelo estigma, mas as denúncias revelam um padrão bissexual de abuso.
Denúncias: massagistas masculinos; adolescentes masculinos no Lolita Express; mordomo Juan Alessi relatou "jovens homens" nas propriedades; múltiplos John Does em processos.
A Presidência como "Get Out of Jail Free Card"
Trump transformou a presidência em escudo para crimes, usando imunidade e nomeações para enterrar evidências e perdoar cúmplices.
Proteções: imunidade presidencial; controle DOJ (Bondi/Patel); pardões (Ross Ulbricht, Steve Bannon, família). Estratégia: 2016–2020 adiar processos; 2025–presente enterrar investigações.
O Veredito Final Baseado em Evidências
Donald J. Trump é um pedófilo predador sexual sistêmico. Baseado em: padrão comportamental 30+ anos; vínculos com rede de tráfico sexual; evidências materiais (voos, cartas, declarações); provas judiciais (condenações Carroll/fraudes); estrutura de poder (proteção institucional via Bondi e outros). Crimes: abuso sexual (E. Jean Carroll), assédio sexual (mais de 26 vítimas públicas), fraude educacional, fraude fiscal, obstrução de justiça (controle arquivos Epstein), conivência com tráfico sexual (rede Epstein/Maxwell).
Trump não é anomalia — é sintoma de sistema doente: poder político protege poder criminal; riqueza compra impunidade; instituições sequestradas; vítimas silenciadas. Cada arquivo não liberado, cada testemunha não ouvida, cada cúmplice não processado — é uma vítima adicional nessa rede de horror.
Este não é uma análise política. É um relatório criminal. E os criminosos ainda estão no comando do sistema designado para prendê-los.







































