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Planalto e STF criticam relatório dos EUA sobre direitos humanos no Brasil e sugerem que faz parte de uma operação para favorecer Bolsonaro

O relatório mais recente do Departamento de Estado dos Estados Unidos sobre direitos humanos no Brasil foi duramente criticado pelo governo brasileiro e por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), que classificaram o documento como “falso” e exemplo de “táticas de fake news”. A avaliação, divulgada por fontes do Planalto ao jornalista Valdo Cruz, do g1, sugere que o relatório faz parte de uma operação política para favorecer o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e interferir em questões internas, incluindo a regulação de redes sociais.


Segundo assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e membros do STF, o relatório é uma “ofensa” aos defensores dos direitos humanos e retrata uma postura pouco séria de Washington. Ministros destacaram que o documento critica o Brasil enquanto poupa países como Israel e El Salvador, considerados por autoridades brasileiras como responsáveis por graves violações de direitos humanos, incluindo atos na Faixa de Gaza.


Um ministro do STF descreveu o relatório como “uma brincadeira de mau gosto” e outro afirmou que o material é “lamentável”, acrescentando que é provável que o presidente norte-americano intensifique a pressão antes de eventuais ajustes nas relações bilaterais. A repercussão do documento causou forte descontentamento entre magistrados, que apontam contaminação do texto pela política externa de Donald Trump.


Trump e Bolsonaro - arquivo
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