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30 de setembro de 2026 às 18:49:56

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Emprego formal cresce no governo Lula e Brasil abre 165,8 mil vagas em agosto

O Brasil abriu 165.827 vagas com carteira assinada em agosto, segundo dados divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em 29 de setembro. O saldo positivo foi registrado nos cinco grandes setores da economia e em 24 das 27 unidades da Federação. Com o resultado, o país acumulou mais de 1,13 milhão de novos empregos formais nos oito primeiros meses de 2026.


Presidente Lula ©Ricardo Stuckert / PR
Presidente Lula ©Ricardo Stuckert / PR

Os dados do MTE mostram que o estoque de vínculos formais ativos chegou a 48,24 milhões em agosto. Entre janeiro e agosto, o estoque avançou 2,41%, enquanto a geração de postos alcançou diferentes setores econômicos e regiões do país.


No mês, foram registradas 2.294.563 admissões e 2.128.736 desligamentos. Do saldo de 165.827 novos postos, 121.964, equivalentes a 73,5%, foram classificados como vínculos típicos, enquanto 43.863 foram registrados como vínculos não típicos.


O setor de Serviços respondeu pela maior parcela das vagas criadas em agosto, com saldo de 110.346 empregos formais. Na sequência aparecem Construção, com 20.848 postos; Indústria, com 16.613; Comércio, com 16.565; e Agropecuária, com 1.452.


No acumulado de janeiro a agosto, Serviços também lidera a criação de empregos, com 697.859 novos vínculos e crescimento de 3,05%. A Construção registrou 200.431 vagas no período, com alta de 6,79%, enquanto a Indústria acumulou 170.442 postos.


A Agropecuária apresentou saldo de 56.024 empregos entre janeiro e agosto. O Comércio registrou 9.300 novas vagas no mesmo período.


A abertura de postos foi registrada em diferentes estados. São Paulo teve saldo de 42.533 empregos em agosto, seguido pelo Rio de Janeiro, com 20.886, e Pernambuco, com 13.428.


Na variação proporcional do estoque de empregos, os maiores resultados de agosto foram registrados na Paraíba, com crescimento de 1,59%, no Amapá, com 1,38%, e no Rio Grande do Norte, com 0,92%.


No acumulado dos oito primeiros meses do ano, São Paulo aparece com 306.883 novos empregos formais. Minas Gerais registrou 123.176 e o Rio de Janeiro, 77.670.


Em termos proporcionais, Amapá, Piauí e Acre apresentaram as maiores altas no acumulado entre janeiro e agosto.


Os dados de agosto também mostram distribuição do saldo entre homens e mulheres. Foram registradas 83.989 novas vagas para mulheres e 81.838 para homens.


Entre trabalhadores de até 24 anos, o saldo chegou a 128.997 empregos formais no mês. O resultado corresponde à maior parte do saldo total registrado em agosto para todas as faixas etárias.


A remuneração média real de admissão ficou em R$ 2.410,74. O valor permaneceu próximo ao registrado em julho e ficou 1,02% acima da remuneração média de agosto de 2025, quando alcançou R$ 2.386,43.


Os números divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego registram, assim, mais de 1,13 milhão de novos vínculos formais entre janeiro e agosto de 2026, com saldo positivo nos cinco grandes setores da economia e em 24 das 27 unidades da Federação.

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